Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

GO TO

ISSN-e 1806-4841

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Associado da SBD, caso não possua ou esqueceu sua senha, solicite-nos.

Assinantes dos ABD

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Assinantes devem se logar utilizando o e-mail cadastrado como login. Se não possuir, ou não lembrar o seu login e senha, Solicite Aqui!

Associados da SBD

Volume 62 Número 4




Voltar ao sumário

 

Comunicação

Incidência de micoses superficiais em São Paulo, Capital

INCIDENCE OF SUPERFICIAL MYCOSES IN THE CITY OF SÃO PAULO


W GAMBALE1, C. R. PAULA1, B CORRÊA1, A PURCHIO1

1Trabalho do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciência Biomédicas da Universidade de São Paulo

Trabalho do Departamento de Microbiologia do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo

Correspondência:
Av. Prof. Lineu Preste, 1374 - 2º andar Cidade Universitária 05508 - São Paulo - SP, Brasil

 

Resumo

Foram estudados 172 casos humanos com suspeita clínica de micose superficial, portadores de lesões na pele (118), nas unhas (42) e nos pêlos (12), diagnosticados em São Paulo, no período de janeiro a dezembro de 1985. Do total estudado houve 54% de positividade ao exame microscópico direto e 37% à cultura utilizando ágar Sabouraud dextrose e Mycobiotic agar. Os fungos isolados com maior freqüência foram: na pele: Trichophyton rubrum - 34%; T mentagrophytes – 13%; Candida albicans - 10%; Epidermophyton floccosum - 3 %; nas unhas. C. albicans – 4%; T. rubrum-26%; T mentagrophytes-9%; M. gypseum-5%; Malasseziafurfur-4%; enospêlos.-M. canis-67%; T. tonsurans – 33%.

© 2018 Sociedade Brasileira de Dermatologia - Todos os direitos reservados

GN1 - Sistemas e Publicações