Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 57 Número 4




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Artigos originais

Reação intradérmica ao antígeno EP-1 de Fonsecae pedrosoi

SKIN TEST WITH EP-1 ANTIGEN OF FONSECAEA PEDROSOI


CARLOS DA SILVA LACAZ1, VINICIO DE ARRUDA ZAMITH2, ALBERTO SALEBIAN3, MARISA GONZAGA4

1Professor-Titular do Departamento de Medicina Tropical e Dermatologia da Faculdade de Medicina da USP
2Professor-Assistente da Clínica Dermatologica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP
3Micologia do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo
4Residente da Clínica Dermatologica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Serviço do Prof. Sebastião A.P. Sampaio)

Trabalho realizado na Clínica Dermatológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (Serviço do Professor Sebastião A.P. Sampaio) e nos Laboratórios de Micologia Médica do Instituto de Medicina Tropical de São Paulo e Laboratório de Investigação Médica 53, do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP

Correspondência:
Carlos da Silva Lacaz Rua José Maria Lisboa, 558 - 5º andar 01423 - São Paulo - SP

 

Resumo

Utilizando antígeno fornecido pelo Prof Tokio Iwatsu, da Escola de Medicina do Universidade de Chiba (Japão), obtido através da precipitação pelo etanol, de um filtrado de cultura de Fonsecaea pedrosoi (antígeno EP-1), os autores obtiveram reações intradérmicas negativas em cinco pacientes de paracoccidioidomicose (paracoccidioidino-positivos) e em sete individuos normais Em nove doentes com dermatite verrucosa, provocada pela Fonsecaea pedrosoi, seis reações se mostraram positivos (66,6%). Em um paciente com lesão cicatricial no dorso da mão E, antigo doente de cromomicose, no qual a prova intradérmica mostrou-se positiva, o exame direto e as culturas foram mas, demonstrando este dado que a hipersensibilidade do tipo tardio persiste mesmo após a cura clínica e mitológica. Em três pacientes nos quais se praticou biópsia da reação positiva, o quadro patológico foi compatível com hipersensibilidade do tipo tardio. Os dados obtidos em um número limitado de pacientes demonstraram a especificidade do antígeno e sua relativa sensibilidade. Uma pesquisa encontra-se em andamento, para se detectar eventuais casos de cromomicose-infecção.

Palavras-chave: TESTES CUTÂNEOS, ANTÍGENO EP-1, FONSECAEA PEDROSOI, REAÇÃO INTRADÉRMICA*, HIPERSENSIBILIDADE TARDIA

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