Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 58 Número 5




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Comunicação

Prevenção de recidiva de psoríase tratada com etretinato

PREVENTION OF RELAPSES IN ETRETINATE-TREATED PSORIASIS


CID F. LOPES1, H. MILAGRES CARVALHO2, R. LINHARES3

1Chefe da II Clínica Dermatológica da Santa Casa de Misericórdia e Professor-Adjunto dos Cursos de Pós-Graguação da Clínica Dermatológica da Faculdade de Medicina da UFMG.
2Assistente Efetivo
3Assistente Voluntário da II Clínica Dermatológica da Santa Casa de Misericórdia

Trabalho da II Clínica Dermatológica da Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte - MG.

Correspondência:
Rua Cláudio Manuel 769/203 30000 - Belo Horizonte - MG.

 

Resumo

Os autores descrevem as observações com vinte e três portadores de psoríase tratados, por via oral, pelo etretinato, com o objetivo de verificar a atuação desse medicamente, em doses reduzidas, na prevenção de recidiva. Dos vinte e três pacientes, vinte e um eram de psoríase vulgar localizada ou generalizada. e dois de pustulose palmoplantar, tipo BARBER. Dez do sexo masculino e treze do feminino, dezoito brancos, três pardos e dois pretos. As idades variaram de 16 a 73 anos. Um dos pacientes desistiu na segunda fase. O ensaio foi dividido em duas fases, a primeira, de indução da remissão das lesões não comparativa, administrando-se o etretinato em cápsulas de 25 mg, na dose de 1mg/kg/dia; a segunda, de prevenção da recidiva em duplo-cego, empregando-se o medicamento nas dose de 10, 20 ou 30 mg/dia. Uma vez obtida a remissão os doentes passaram à segunda fase, em que a distribuição de frascos contendo o medicamento ou o placebo foi rigorosamente igual. A duração média de tratamento até o aparecimento de recidiva foi de 23,5 semanas nos pacientes que tornaram o etretinato e 10,8 semanas nos que receberam placebo. Aplicado o teste de STUDENT verificou-se que a diferença é estaticamente significativa: t= 3,011 a p> 0,01. Não houve condições para se saber qual a dose mais indicada na prevenção da recidiva, embora a de 30 mg/kg/dia tivesse sido e mais usada. Os autores concluíram que o etretinato influiu na prevenção da recidiva de modo significativo. Os efeitos colaterais foram bem tolerados, sendo que a secura de lábios e quelilise foram os mais frequentes e todos regediram totalmente ao fim do tratamento. As mulheres, na face procriativa, fizeram uso concomitante de anticoncepcional.

Palavras-chave: PSORÍASE, ETRETINATO, TRETINOÍNA

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