Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 83 Número 3




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Investigação

Alergia ao látex em profissionais de saúde de São Paulo, Brasil

Latex allergy in healthcare professionals in the State of Sao Paulo, Brazil


LETICIA NUNES MONTALVÃO1, MÁRIO CEZAR PIRES2, JOÃO FERREIRA DE MELLO3

1Médica em especialização pela Clínica de Dermatologia da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil.
2Diretor do Serviço de Dermatologia do Complexo Hospitalar Padre Bento de Guarulhos, Mestre e Doutor pelo Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo
3Doutor em Medicina pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); diretor do Serviço de Alergia e Imunologia do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil.

Recebido em 27.10.2007. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 14.05.2008. * Estudo realizado no Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum Como citar este artigo: Montalvão LN, Pires MC, Mello JF. Alergia ao látex em profissionais de saúde de São Paulo, Brasil.

Correspondência:
Leticia Nunes Montalvão Endereço: Rua José Décio Filho, no 1479, Setor Marista,74150 150 Goiânia-GO Fone/fax: (62) 3541-1004/3241-9792 "E-mail":letmont@terra.com.br

 

Resumo

FUNDAMENTOS - Alergia ao látex é comum em trabalhadores da saúde, resultando em absenteísmo e afastamento das atividades profissionais. Há no Brasil poucos estudos publicados sobre o assunto. Enquanto na população geral a prevalência de alergia ao látex é menor que 2%, nos profissionais de saúde pode chegar a 30%. OBJETIVO - Estudar a prevalência de alergia ao látex em profissionais de saúde do Hospital do Servidor Público Estadual de São Paulo. MÉTODOS - Foi aplicado questionário aberto a profissionais que têm contato com luvas de borracha em todos os serviços do hospital. Foi colhido sangue daqueles que referiram sintomas e dosado anticorpo IgE específico por meio do ImmunoCAP. Para análise estatística utilizaram-se porcentagens, tabelas e teste qui-quadrado. RESULTADOS - Foram distribuídos 2.349 questionários, e respondidos 1.045, dos quais 129 referiram correlação entre uso de látex e sintomas sugestivos de alergia, e 54 permitiram a coleta de sangue para determinação de IgE específica. Neste grupo houve dois casos em que foi demonstrado anticorpo específico, estabelecendo-se prevalência de 3,7% de alergia ao látex. Fatores como gênero, profissão, freqüência de contato com luvas, setor de trabalho e antecedentes de atopia foram relacionados com maior prevalência de alergia ao látex. CONCLUSÃO - A prevalência de alergia ao látex encontrada foi de 3,7%.

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