Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 84 Número 4




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Educação médica continuada

Doença de Kawasaki*

Kawasaki disease


Patrícia Aparecida de Castro1, Lílian Mendes Ferreira Urbano2, Izelda Maria Carvalho Costa3

1Médica residente do terceiro ano do Departamento de Dermatologia da Universidade de Brasília (UnB) – Brasília (DF), Brasil.
2Médica residente do segundo ano do Departamento de Dermatologia da Universidade de Brasília (UnB) – Brasília (DF), Brasil.
3Mestre e Doutora em dermatologia. Coordenadora do ambulatório de Dermatologia Infantil do Hospital Universitário de Brasília (HUB/UnB) e orientadora do curso de pós-graduação em ciências da saúde da Universidade de Brasília (UnB) – Brasília (DF), Brasil.

Como citar este artigo: Castro PA, Urbano LMF, Costa IMC. Doença de Kawasaki. An Bras Dermatol. 2009;84(4):317-31.

Correspondência:
Patrícia Aparecida de Castro Av. Parque Águas Claras lote 2615 edifício Magnólia apartamento 906 71906 500 Águas Claras - Brasília DF Tel./Fax: 61 9200-0772 / 61 3536-1839 e-mail:patricia00castro@yahoo.com.br

 

Resumo

A doença de Kawasaki é vasculite sistêmica e aguda de etiologia desconhecida. Constitui a principal causa de doença cardíaca adquirida em crianças nos EUA. Ocorre mais frequentemente em meninos, 80% dos casos em crianças com menos de cinco anos, sendo rara após os oito anos. Pode atingir crianças de todas as raças, tendo maior incidência entre os descendentes asiáticos.

Caracteriza-se por febre, conjuntivite bilateral não exsudativa, eritema e edema de língua, lábios e mucosa oral, alterações de extremidades, linfonodomegalia cervical, exantema polimórfico. Aneurismas e estenoses de artérias coronárias são comuns em percentual que varia de 20 a 25% dos pacientes não tratados, podendo posteriormente levar a infarto agudo do miocárdio e morte súbita. O tratamento com imunoglobulina intravenosa é efetivo e deve ser iniciado precocemente a fim de evitar sequelas cardíacas. O desenvolvimento de testes diagnósticos, terapêuticas mais específicas e a prevenção dessa doença potencialmente fatal em crianças dependem dos contínuos avanços na determinação de sua etiopatogenia.

Palavras-chave: ANEURISMA CORONÁRIO, ASPIRINA, EXANTEMA, SÍNDROME DO LINFONODO MUCOCUTÂNEO

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