Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 84 Número 5




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Educação médica continuada

Terapia fotodinâmica em dermatologia: princípios básicos e aplicações

Photodynamic therapy in dermatology: basic principles


Luís Torezan1, Ane Beatriz Mautari Niwa2, Cyro Festa Neto3

1Mestre em dermatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), doutorando pelo Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) – São Paulo (SP), Brasil.
2Médica dermatologista, pós-graduanda pelo Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) – São Paulo (SP), Brasil.
3Professor doutor pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e livre docente pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) – São Paulo (SP), Brasil.

Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 16.06.2009. * Trabalho realizado no ambulatório de terapia fotodinâmica do Departamento de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum Como citar este artigo: Torezan L, Niwa ABM, Festa Neto C. Terapia fotodinâmica em dermatologia: princípios básicos e aplicações. An Bras Dermatol. 2009;84(5):445-59.

Correspondência:
Luís Torezan Rua Dr. Eduardo de Souza Aranha, 99, conj. 11, Itaim Bibi, 04543 110 São Paulo SP E-mail torezanluis@uol.com.br

 

Resumo

A terapia fotodinâmica envolve a administração de uma droga fotossensibilizante e sua ativação subsequente pela luz de comprimento de onda correspondente ao espectro de absorção do fotossensibilizador. Atualmente, a terapia fotodinâmica tópica é aprovada para o tratamento de condições oncológicas cutâneas como queratoses actínicas, doença de Bowen e carcinoma basocelular superficial em diversos países do mundo. Estudos multicêntricos controlados e randomizados demonstram a alta eficácia e resultado cosmético final superior dessa modalidade terapêutica em relação aos tratamentos convencionais. Para condições cutâneas não oncológicas, como acne vulgar, verrugas virais e esclerodermia localizada, há também relatos e série de casos confirmando o potencial terapêutico da terapia fotodinâmica. O desenvolvimento de fotossensibilizantes tópicos, ácido 5-aminolevulínico (ALA) ou seu metiléster (MAL), frente aos derivados da hematoporfirina de aplicação sistêmica, permitiu um grande avanço na popularidade da TFD na dermatologia, uma vez que tanto ALA quanto MAL tópicos não induzem mais fotossensibilidade generalizada prolongada. A produção de intermediários reativos de oxigênio, como oxigênio singlet, depende da concentração, da localização do fotossensibilizante no tecido alvo, assim como da dose de luz utilizada. Tanto as lâmpadas de amplo espectro quanto os LEDs (do inglês light emitting diodes) constituem fontes de luz adequadas para que os efeitos citotóxicos da terapia fotodinâmica resultem na destruição do tumor ou seus efeitos imunomodulatórios atuem melhorando as condições inflamatórias cutâneas.

Palavras-chave: CARCINOMA BASOCELULAR, CARCINOMA IN SITU, FOTOQUIMIOTERAPIA

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