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Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 85 Número 6




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Investigação

Acne da mulher adulta: aspectos epidemiológicos, diagnósticos e terapêuticos

Acne in adult women: epidemiological, diagnostic and therapeutic aspects


Flavia Alvim Sant'Anna Addor1, Sergio Schalka2

1Mestre em dermatologia, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); professora colaboradora da Universidade de Santo Amaro (Unisa); médica dermatologista do Medcin – centro privado de dermatologia e pesquisa clínica – São Paulo (SP), Brasil.
2Mestre em dermatologia, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP); professor colaborador da Universidade de Santo Amaro (Unisa); médico dermatologista do Medcin – centro privado de dermatologia e pesquisa clínica – São Paulo (SP), Brasil.

Recebido em 24.09.2009. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 30.05.10. * Trabalho realizado no Medcin Instituto da Pele, unidade de clínica dermatológica – São Paulo (SP), Brasil. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum

Correspondência:
Flavia Alvim Sant''''Anna Addor Alameda Campinas, 159, Alphaville 04 06486 110 Santana de Parnaíba, SP, Brasil e-mail: flavia@medcinonline.com.br

 

Resumo

FUNDAMENTOS: A acne da mulher adulta (AMA) é uma dermatose de incidência crescente; o hiperandrogenismo está presente em muitos casos, mas há pacientes sem anormalidades hormonais.
OBJETIVO: Analisar as características prevalentes na mulher adulta com acne sem hiperandrogenismo.
MATERIAL E MÉTODO: Um levantamento de 226 prontuários com queixa de AMA foi realizado; 116 pacientes (51,3%) possuíam perfil hormonal normal e, portanto, foram incluídas no estudo. Foram pesquisados idade, etnia, perfil clínico da acne, exames complementares, tratamentos anteriores, tratamentos prescritos e evolução.
RESULTADOS: A média das idades foi de 33,9 anos e o grau clínico predominante foi o inflamatório moderado (grau II); a face foi a área mais acometida. Os retinoides tópicos foram as drogas mais prescritas, e a medicação sistêmica foi indicada em 53,4% das pacientes. A regressão total foi observada em 31 pacientes (26,7%) até 12 semanas de tratamento. Houve reação adversa ao tratamento tópico em 21,5% das pacientes.
CONCLUSÃO: O quadro clínico da AMA em pacientes sem hiperandrogenismo é de moderada intensidade, com predomínio de lesões inflamatórias. Seu tratamento é similar ao da acne vulgar; entretanto, atenção especial deve ser tomada com medicações de maior potencial irritante, uma vez que esse grupo parece ter uma maior predisposição a irritações cutâneas.

Palavras-chave: CICLO MENSTRUAL, HIPERANDROGENISMO, PELE, RETINÓIDES

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