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Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 85 Número 6




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Investigação

Epidemiologia dos carcinomas basocelulares em Tubarão, Santa Catarina (SC), Brasil, entre 1999 e 2008

Epidemiology of basal cell carcinomas in Tubarão, Santa Catarina (SC), between 1999 and 2008


Geisiane Custódio1, Luiz Henrique Locks2, Maria Fernanda Coan1, Carlos Otávio Gonçalves3, Daisson José Trevisol4, Fabiana Schuelter Trevisol5

1Graduação; médica – Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) – Tubarão (SC), Brasil.
2Aluno do 6º ano de Medicina – Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) – Tubarão (SC), Brasil.
3Mestre; professor e médico patologista – Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) – Tubarão (SC), Brasil.
4Doutor; professor – Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) – Tubarão (SC), Brasil.
5Doutora; professora – Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) – Tubarão (SC), Brasil.

Received on 01.09.2010. Approved by the Advisory Board and accepted for publication on 25.01.2010. * Final Research Project presented to the Santa Catarina South University (Unisul - Tubarão), Graduate Course in Medicine. The data collected were obtained from the anatomopathological findings of São Lucas and DiPrever Clinical Pathology Laboratories - Tubarão (SC), Brazil. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum

Correspondência:
Fabiana Schuelter Trevisol Unidade Hospitalar de Ensino Bairro: Dehon Av. José Acácio Moreira, 787 88704 900 Tubarão - SC, Brazil E-mail: fabiana.trevisol@unisul.br / fastrevisol@gmail.com

 

Resumo

FUNDAMENTOS: O câncer da pele é frequente no Brasil, com incidência crescente. Na Região Sul de Santa Catarina não existem dados da incidência de carcinoma basocelular.
OBJETIVO: Estabelecer dados do carcinoma basocelular em Tubarão (SC) entre 1999 e 2008.
MÉTODOS: Estudo transversal com revisão dos laudos anatomopatológicos de carcinoma basocelular dos laboratórios de Tubarão (SC), com coleta das variáveis de interesse: ano do diagnóstico, idade, gênero, cidade de origem, local da lesão, subtipo histológico, diâmetro da lesão, comprometimento de margem e ocorrência de recidiva.
RESULTADOS: Identificaram-se 3.253 laudos de carcinoma basocelular, com maior frequência na faixa etária entre 61 e 80 anos. Calculou-se o coeficiente de incidência para carcinoma basocelular de 164,5 em 1999 e 295,2 em 2008 para cada 100 mil habitantes, acarretando aumento de 80%. A região cefálica foi a mais acometida e o subtipo histológico mais comum foi o nodular. Houve associação entre gênero masculino e a localização em tronco e orelha, e entre gênero feminino e ocorrência de carcinoma basocelular no nariz. O subtipo esclerodermiforme foi o mais agressivo em relação ao comprometimento de margens.
CONCLUSÃO: Do total de casos de carcinoma basocelular, houve prevalência de margens comprometidas após ressecção em 27% das lesões. Após análise multivariada, as lesões de 2cm ou mais apresentaram probabilidade 5,5 vezes maior de comprometimento de margens, ao passo que a localização em face indicou probabilidade 1,8 vez maior (p<0,0001).

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