Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 86 Número 3




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Revisão

Violência contra a criança: indicadores dermatológicos e diagnósticos diferenciais

Child abuse: skin markers and differential diagnosis


Roberta Marinho Falcão Gondim1, Daniel Romero Muñoz2, Valeria Petri3

1Doutoranda – Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) – São Paulo (SP), Brasil.
2Professor-titular do Departamento de Medicina Legal, Ética Médica, Medicina Social e do Trabalho da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil.
3Professora-titular de Dermatologia da Universidade Federal de São Paulo (Escola Paulista de Medicina-Unifesp) – São Paulo (SP), Brasil.

Recebido em 23.03.2010. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 201.09.2010. * Trabalho realizado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) – São Paulo (SP), Brasil. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum

Correspondência:
Rua Miguel Barra, 800 Ap. 400 Tirol 59014-590 Natal RN Brasil (84) 9998-7872 ou (11) 8470-6558 robertamarinhomed@hotmail.com ou robertamarinho@usp.br

 

Resumo

As denúncias de abuso contra a criança têm sido frequentes e configuram grave problema de saúde pública. O tema é desconfortável para muitos médicos, seja pelo treinamento insuficiente, seja pelo desconhecimento das dimensões do problema. Uma das formas mais comuns de violência contra a criança é o abuso físico. Como órgão mais exposto e extenso, a pele é o alvo mais sujeito aos maustratos. Equimoses e queimaduras são os sinais mais visíveis. Médicos (pediatras, clínicos-gerais e dermatologistas) costumam ser os primeiros profissionais a observar e reconhecer sinais de lesões não acidentais ou intencionais. Os dermatologistas podem auxiliar na distinção entre lesões traumáticas intencionais, acidentais e doenças cutâneas que mimetizam maus tratos.

Palavras-chave: CONTUSÕES, EQUIMOSE, QUEIMADURAS, VIOLÊNCIA DOMÉSTICA, VIOLÊNCIA SEXUAL

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