Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 86 Número 3




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Caso Clínico

Hemangiomas periorbitários: necessidade de conduta ativa - Relato de dois casos *

Periorbital hemangiomas: the need for active management - Report of two cases *


Priscilla Maria Rodrigues Pereira1, Carlos Alberto Chirano Rodrigues2, Lívia Lima de Lima3, Adriana Valkira de Oliveira Mariano1, Sandra Adolfina Reyes Romero1

1Médica-residente de Dermatologia do Hospital Universitário Getúlio Vargas - Universidade Federal do Amazonas (HUGV – UFAM) – Manaus (AM), Brasil.
2Médico-dermatologista-clínico-cirúrgico da Fundação Alfredo da Matta (FUAM); Preceptor da Residência de Dermatologia da Fundação Alfredo da Matta (FUAM) – Manaus (AM), Brasil.
3Médica-residente de Dermatologia da Fundação Alfredo da Matta (FUAM) – Manaus (AM), Brasil.

Recebido em 10.12.2009. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 17.05.2010. * Trabalho realizado na Fundação Alfredo da Mata (FUAM) – Manaus (AM), Brasil. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum

Correspondência:
Priscilla Maria Rodrigues Pereira Av. Engenheiro Santana Junior, 1345 - Bloco A - Apto 301, Papicu 60175650 Fortaleza (CE) – Brasil E-mail: pris17@hotmail.com

 

Resumo

Hemangioma é o tumor mais comum da infância, frequentemente situado na cabeça e pescoço. A órbita é frequentemente acometida e indica intervenção precoce e agressiva para evitar sérias complicações visuais. Reportam-se dois casos, nos quais há impedimento da visão no primeiro e, no segundo, um hemangioma profundo acomete áreas adjacentes, confirmado por exame radiológico. Demonstra-se sucesso terapêutico após corticoterapia sistêmica agressiva, evitando sequelas visuais permanentes, além do resultado estético satisfatório. O tratamento de escolha é o corticosteroide oral, devendo ser conduta individualizada e com bom seguimento clínico dos possíveis efeitos adversos.

Palavras-chave: CORTICOSTERÓIDES, GLUCOCORTICÓIDES, HEMANGIOMA, HEMANGIOMA CAPILAR, HEMANGIOMA CAVERNOSO, TERAPÊUTICA

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