Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 86 Número 4




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Caso Clínico

Retículo-histiocitose congênita autolimitada em recém-nascido (Hashimoto- Pritzker)

Congenital self healing reticulohistiocytosis in a newborn (Hashimoto Pritzker)


Joana Orle1, Ana Maria Mósca2, Maria Auxiliadora Jeunon Sousa3, Cíntia Maria Oliveira Lima4, André Ricardo Adriano5, Patrícia Makino Rezende5

1Dermatologista. Pós-graduação em Dermatologia pela Policlínica Geral do Rio de Janeiro - Instituto de Pós-Graduação Médica Carlos Chagas (PGRJ - IPGMCC) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
2Dermatologista e Pediatra – Professora-assistente do curso de pós-graduação em Dermatologia da Policlínica Geral do Rio de Janeiro – Instituto de Pós- Graduação Médica Carlos Chagas (PGRJ - IPGMCC) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
3Dermatologista e Dermatopatologista – Professora aposentada do Serviço de Dermatologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
4Aluna do curso de Especialização em Dermatologia da Faculdade de Medicina e Hospital Universitário Clementino Fraga Filho – Universidade Federal do Rio de Janeiro (HUCFF – UFRJ) – Rio de Janeiro (RJ), Brasil.
5Pós-graduando (a) do Instituto de Dermatologia Prof. Rubem David Azulay - Rio de Janeiro (RJ), Brasil.

Recebido em 21.06.2010. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 21.07.2010. * Trabalho realizado no Hospital Municipal Jesus – Rio de Janeiro (RJ), Brasil. Como citar este artigo/How to cite this article: Orle J, Mósca AM, Sousa MA, Lima CMO, Adriano AR, Rezende PM. Retículo-histiocitose congênita autolimitada em recém-nascido (Hashimoto-Pritzker). An Bras Dermatol. 2011;86(4):785-8. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum

Correspondência:
Joana Orle Coutinho de Azevedo Rua Júlio Moura, 66, Centro 88020-150 Florianópolis (SC) - Brasil Tel.: (48) 3322-2533 E-mail: joanaorle@yahoo.com.br

 

Resumo

A retículo-histiocitose congênita autolimitada é o espectro benigno das histiocitoses de células de Langerhans, caracterizada pela presença de lesões cutâneas ao nascimento ou no período neonatal, ausência de manifestações sistêmicas e resolução espontânea do quadro clínico. Apesar do curso benigno e frequente autorresolução na maior parte dos pacientes, estudos mostram que, em alguns casos, pode haver disseminação ou recaída da doença, enfatizando que o curso clínico é variável, havendo necessidade de seguimento em longo prazo. O acompanhamento do paciente por longo período é importante para detectar possível envolvimento sistêmico, pois existe relato de recorrência, envolvendo pele, mucosa, ossos e glândula pituitária.

Palavras-chave: HISTIOCITOSE, HISTIOCITOSE DE CÉLULAS DE LANGERHANS, HISTIOCITOSE DE CÉLULAS NÃO LANGERHANS

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