Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 86 Número S1




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Caso Clínico

A importância das provas epicutâneas de contacto no diagnóstico diferencial de reações a medicamentos


Ana Rita Travassos1, David Pacheco2, Joana Antunes2, Raquel Silva3, Luís Soares Almeida4, Paulo Filipe5

1M.D.– Interno (a) de Dermatovenereologia da Clínica Universitária de Dermatologia - Hospital de Santa Maria (HSM) – Lisboa, Portugal.
2M.D.– Interno (a) de Dermatovenereologia da Clínica Universitária de Dermatologia - Hospital de Santa Maria (HSM) – Lisboa, Portugal.
3M.D. - Dermatologista da Clínica Universitária de Dermatologia - Hospital de Santa Maria (HSM) – Lisboa, Portugal
4PhD - Dermatologista da Clínica Universitária de Dermatologia - Hospital de Santa Maria (HSM) – Lisboa, Portugal
5PhD - Dermatologista da Clínica Universitária de Dermatologia - Hospital de Santa Maria (HSM) – Lisboa, Portugal.

Recebido em 11.02.2011. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 24.03.2011. * Trabalho realizado na Clínica Universitária de Dermatologia - Hospital de Santa Maria (HSM) – Lisboa, Portugal. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum Como citar este artigo: Travassos AR, Pacheco D, Antunes J, Silva R, Almeida LS, Filipe P.A importância das provas epicutâneas de contacto no diagnóstico diferencial de reações a medicamentos. An Bras Dermatol.2011;86(4 Supl 1):S21-3.

Correspondência:
Ana Rita Travassos Clínica Universitária de Dermatologia - Hospital de Santa Maria Avenida Professor Egas Moniz 1649 028 Lisboa, Portugal Tel./Fax: 00351-9-6234-1475 00351-2-1795-4447 E-mail: ritatravassos@gmail.com

 

Resumo

O eritema exsudativo multiforme é uma erupção aguda, autolimitada, frequentemente associada a infecções (geralmente virais), doenças sistêmicas e fármacos. Apresenta-se o caso de uma mulher de 39 anos, com o diagnóstico de lúpus eritematoso sistêmico, que recorreu à Urgência com quadro de eritema exsudativo multiforme, com início 10 dias após tomar amoxicilina e ácido clavulânico por amigdalite e, quase simultaneamente, receber a vacina antipneumocócica. Colocou-se também a hipótese de síndrome de Rowell. Efetuaram-se testes epicutâneos de contacto com bateria básica (portuguesa) e princípios ativos dos fármacos suspeitos (Chemotechnique®). Encontrou-se hipersensibilidade à amoxicilina 10% vas (++), à ampicilina 10% vas (++) e à penicilina G potássica 10% vas (+), atribuindo-se à amoxicilina a causa mais provável do eritema exsudativo multiforme.

Palavras-chave: AMOXICILINA, ERITEMA MULTIFORME, LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO, TESTES DE EMPLASTRO

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