Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 86 Número 6




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Investigação

Autoanticorpos em esclerodermia e sua associação ao perfil clínico da doença. Estudo em 66 pacientes do sul do Brasil *

Autoantibodies in scleroderma and their association with the clinical profile of the disease. A study of 66 patients from southern Brazil*


Thelma Larocca Skare1, Adriano Erlon Fonseca2, Alan Campos Luciano2, Pedro Ming Azevedo3

1Doutorado – Chefe do Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba - Faculdade Evangélica do Paraná (HUEC – FEPAR) – Curitiba (PR), Brasil.
2Acadêmico da Faculdade Evangélica do Paraná (FEPAR) – Curitiba (PR), Brasil.
3Doutorado - Chefe do Ambulatório de Vasculites do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba – Faculdade Evangélica do Paraná (HUEC – FEPAR) – Curitiba (PR), Brasil.

Recebido em 13.07.10 Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 09.12.10 * Trabalho realizado no Hospital Universitário Evangélico de Curitiba – Faculdade Evangélica do Paraná (HUEC – FEPAR) – Curitiba (PR), Brasil. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum Como citar este artigo: Poziomczyk CS, Köche B, Dornelles MA, Dornelles SIT. Yoneda PP, Biancolin SE, Gomes MSM, Miot HA. Associação entre espessura da pele e densidade óssea em mulheres adultas. An Bras Dermatol. 2011;86(6):1075-81.

Correspondência:
Thelma L Skare Rua João Alencar Guimarães, 796 80310 420 Curitiba – PR E-mail: tskare@onda.com.br

 

Resumo

FUNDAMENTOS: A esclerodermia é uma colagenose relativamente rara, cujo perfil de autoanticorpos está associado a diferentes manifestações clínicas. A prevalência de autoanticorpos na esclerodermia sofre influência racial e genética.
OBJETIVO: Estudar a prevalência dos anticorpos anti-Scl-70, anticentrômero e anti-U1-RNP em pacientes com esclerodermia do sul do Brasil e verificar suas associações às manifestações clínicas.
MÉTODOS: Estudo retrospectivo de análise de 66 pacientes com esclerodermia para presença de anti-Scl-70, anticentrômero (ACA) e anti-U1-RNP e de manifestações clínicas como: Raynaud, cicatrizes estelares, necrose digital, telangiectasias, calcinose, fibrose pulmonar, pleurites, pericardites, miocardiopatias, artralgias e artrites, grau de esclerose da pele, contraturas articulares e atritos de tendão, hipertensão pulmonar, manifestações esofágicas e crise renal.
RESULTADOS: A prevalência do anti-Scl-70 foi de 17,8%, a do ACA, de 33,3%, e a do U1 RNP foi de 11,8 %. O anti-Scl-70 estava associado à forma difusa da doença (p=0,015), presença de miocardiopatias (p=0,016) e de cicatrizes estelares (p=0,05); o anticentrômero foi mais comum na forma limitada, embora sem significância estatística e mostrou-se protetor para as miocardiopatias (p=0,005). O anti-U1-RNP foi mais comum nas formas de superposição (p=0,0004).
CONCLUSÃO: A prevalência e o perfil de associações clínicas dos autoanticorpos em esclerodermia de pacientes brasileiros assemelham-se aos da literatura mundial.

Palavras-chave: ANTICORPOS ANTINUCLEARES, ESCLERODERMIA DIFUSA, ESCLERODERMIA LIMITADA

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