Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 86 Número 6




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Investigação

Novos aspectos na evolução clínica da pitiríase versicolor*

New aspects in the clinical course of pityriasis versicolor*


Valéria Maria de Souza Framil1, Márcia S. C. Melhem2, Maria Walderez Szeszs2, Clarisse Zaitz 3

1Doutorado. Médica assistente da Clínica de Dermatologia da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo – São Paulo (SP), Bras
2Doutorado. Pesquisadora científica do Instituto Adolfo Lutz (IAL) – São Paulo (SP), Brasil.
3Doutorado. Professora adjunta da Clínica de Dermatologia da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil.

Recebido em 18.04.2010. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 25.11.10. * Trabalho realizado na Clínica de Dermatologia da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil. Conflito de interesse: Nenhum Suporte financeiro: Nenhum Como citar este artigo: Framil VMS, Melhem MSC, Szeszs MW, Zaitz C. Novos aspectos na evolução clínica da pitiríase versicolor. An Bras Dermatol. 2011;86(6):1135-40.

Correspondência:
Valéria Maria de Souza Framil Rua Sete de Abril, 296, 1º andar, conj. 11 República 01044-000 São Paulo, SP Fone: (11) 9966-1960; fax: (11) 3257-8978 E-mail: souza.valeria@terra.com.br

 

Resumo

FUNDAMENTO: A pitiríase versicolor é uma doença infecciosa causada por várias espécies de Malassezia com uma tendência a se tornar recidivante ou crônica.
OBJETIVOS: Este trabalho foi conduzido na tentativa de conhecer a evolução clínica da pitiríase versicolor em relação ao número de recidivas após um tratamento adequado no período de 12 meses e correlacionar o número de recidivas com as espécies de Malassezia isoladas.
MATERIAL E MÉTODOS: Cento e dois pacientes com diagnóstico clínico e laboratorial de pitiríase versicolor foram acompanhados por um período de 12 meses para observarmos o número de recidivas da doença.
RESULTADOS: A pitiríase versicolor, após um tratamento adequado, apresentou três tipos de evolução clínica num período de 12 meses: pitiríase versicolor sem nenhum episódio de recidiva (32,35%); pitiríase versicolor recidivante, com um a quatro episódios de recidiva (52,94%) devidos a fatores de predisposição relacionados; e pitiríase versicolor crônica, com mais de quatro episódios de recidiva (14,70%) sem nenhuma relação com fatores de predisposição.
CONCLUSÕES: A pitiríase versicolor apresentou uma evolução clínica de acordo com o número de episódios de recidiva da doença analisados durante um período de 12 meses que pode ser considerada da seguinte maneira: pitiríase versicolor com cura clínica e micológica, pitiríase versicolor recidivante e pitiríase versicolor crônica.

Palavras-chave: CETOCONAZOL, MALASSEZIA, TERAPÊUTICA, TINHA VERSICOLOR

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