Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 87 Número 2




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Investigação

Estudo da frequência dos alérgenos da bateria de cosméticos em pacientes com suspeita de dermatite alérgica de contato

Study of the frequency of allergens in cosmetics´ components in patients with suspected allergic contact dermatitis


Eliane Aparecida Silva1, Marcia Regina Miras Bosco2, Érika Mozer2

1Mestre; pesquisadora científica e responsável pelo setor de teste alérgico de contato do Instituto Lauro de Souza Lima de Bauru (ILSL) – Bauru (SP), Brasil.
2Especialista em laboratório de análises clínicas; biologista do Laboratório de Imunologia do Instituto Lauro de Souza Lima de Bauru (ILSL) – Bauru (SP), Brasil.

Correspondência:
Eliane Aparecida Silva Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros Km 225 17034 971 Bauru, SP E-mail: elianesil@yahoo.com.br

 

Resumo

FUNDAMENTOS: A dermatite de contato por cosméticos é uma dermatose relativamente comum, sobretudo em adultos e em profissionais que os manipulam. OBJETIVO: O objetivo do estudo foi avaliar a freqüência de positividade aos componentes de cosméticos, em pacientes com suspeita de dermatite alérgica; e identificar os principais sensibilizantes relacionados à dermatite de contato ocupacional. MÉTODOS: Durante o período de janeiro de 2008 a junho de 2010 foram selecionados todos os pacientes com hipótese de dermatite alérgica de contato a cosméticos. Os pacientes foram submetidos aos testes epicutâneos com bateria de cosméticos, composta por dez substâncias. RESULTADOS: Dos 147 pacientes estudados, a sensibilização aos componentes do cosmético ocorreu em 31,29% dos casos, sendo 14 (19,18%) corresponderam igualmente às substâncias BHT e trietanolamina, 13 (17,81%) ao tioglicolato de amônia, 09 ao ácido sórbico (12,33%), 08 tonsilamida (10,95%), 06 germal (8,22%). Os demais elementos testados proporcionaram índices iguais ou inferiores a 5%. Observou-se maior freqüência de dermatite de contato aos componentes da bateria de cosméticos em mulheres e a idade mais acometida foi concordante com a faixa etária de maior atividade profissional da população. CONCLUSÕES: Houve maior freqüência de dermatite alérgica de contato pelas substâncias trietanolamina, BHT e tioglicolato de amônia, demonstrando pouca associação à dermatite de contato ocupacional. Palavras-chave: Dermatite alérgica de contato; hipersensibilidade; dermatite de contato ocupacional.

Palavras-chave: DERMATITE ALÉRGICA DE CONTATO, DERMATITE OCUPACIONAL, HIPERSENSIBILIDADE

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