Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 87 Número 2




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Caso Clínico

Fenômeno de Lúcio: mais um caso relatado no Brazil

Lucio''''s phenomenon: another case reported in Brazil *


Rodrigo Monteiro1, Marilda Aparecida Milanez Morgado de Abreu2, Marcelo Guimarães Tiezzi3, Eduardo Vinícios Mendes Roncada1, Claudia Cardoso Macedo de Oliveira1, Luciena Cegatto Martins Ortigosa4

1Pós-graduando em Dermatologia - Médico Residente do serviço de dermatologia do Hospital Regional de Presidente Prudente - Universidade do Oeste Paulista (HRPP-UNOESTE) – Presidente Prudente (SP), Brasil.
2Professora Doutora - Chefe do serviço de dermatologia do Hospital Regional de Presidente Prudente - Universidade do Oeste Paulista (HRPP-UNOESTE) – Presidente Prudente (SP), Brasil.
3Especialista em Anatomia Patológica - Médico Patologista do laboratório de anatomia patológica e citologia (LAPC) e responsável pela dermatopatologia do Hospital Regional de Presidente Prudente Universidade do Oeste Paulista (HRPP-UNOESTE) – Presidente Prudente (SP), Brasil.
4Mestre em Dermatologia - Professora Assistente do serviço de dermatologia do Hospital Regional de Presidente Prudente - Universidade do Oeste Paulista (HRPP-UNOESTE) – Presidente Prudente (SP), Brasil.

Recebido em 28.12.2010. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 20.05.2011. * Trabalho realizado na Fundação Alfredo da Matta (FUAM) – Manaus (AM), Brasil. Conflito Interesses: Nenhum Suporte Financeiro: Nenhum Como citar este artigo: Monteiro R, Abreu MAMM, Tiezzi MG, Roncada EVM, Oliveira CCM, Ortigosa LCM. Fenômeno de Lúcio: mais um caso relatado no Brasil. An Bras Dermatol. 2012;87(2)301-5.

Correspondência:
Rodrigo Monteiro Praça Nossa Senhora Aparecida, 114 – Conj. 1302. Vila Marcondes 19030-120 Presidente Prudente, SP E-mail: rodrigomt@hotmail.com

 

Resumo

Define-se o fenômeno de Lúcio como uma variante da reação hansênica do tipo 2. Evento raro, que ocorre na evolução da hanseníase de Lúcio e de outras formas de hanseníase virchowiana. Tem na sua fisiopatologia uma proliferação exacerbada dos bacilos de Hansen, que invadem a parede dos vasos sanguíneos e agridem as células endoteliais, causando proliferação endotelial e diminuição do lúmen vascular, fato este, que associado a reações inflamatórias e a alterações no sistema da coagulação, causa trombose vascular, isquemia, infarto e necrose tecidual, gerando as alterações histopatológicas características do fenômeno. Relatamos um caso de hanseníase virchowiana, com tratamento irregular, que desenvolveu o fenômeno de Lúcio. Recebeu tratamento com poliquimioterapia, antibióticos, corticosteróide e talidomida, evoluindo com desfecho clínico favorável.

Palavras-chave: COAGULAÇÃO SANGUÍNEA, ERITEMA NODOSO, HANSENÍASE VIRCHOWIANA, QUIMIOTERAPIA, TERAPÊUTICA, TRANSTORNOS DE COAGULAÇÃO SANGUÍNEA, TROMBOSE

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