Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 87 Número 4




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Investigação

Epidemiologia dos carcinomas espinocelulares na população atendida em Tubarão (SC), entre 1999 e 2009

Epidemiology of squamous cell carcinomas among the population attended in the city of Tubarão, Brazil, between 1999 and 2009*


Luiz Henrique Locks Corrêa1, Cristiane Perini Popoaski2, Geisiane Custódio3, Carlos Otávio Gonçalves4, Fabiana Schuelter Trevisol5

1Médico da Marinha do Brasil – Tubarão (SC), Brasil.
2Médica atuante no Programa de Estratégia de Saúde da Família em Capivari de Baixo – Tubarão (SC), Brasil.
3Graduação – Médica Residente do Hospital Santa Isabel de Blumenau – Blumenau (SC), Brasil.
4Mestrado - Médico Patologista e Professor do Curso de Graduação em Medicina da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) – Tubarão (SC), Brasil.
5Doutorado - Professora do Curso de Medicina e Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde da Universidade do Sul de Santa Catarina (UNISUL) – Tubarão (SC), Brasil.

Recebido em 20.08.11 Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 15.10.2011. * Trabalho de Conclusão de Curso da Graduação em Medicina da Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul). O estudo foi realizado com banco de dados secundário dos Laboratórios de Patologia São Lucas e DiPrever de Tubarão – Tubarão (SC), Brasil. Suporte Financeiro: Nenhum / Financial Support: None. Conflito de Interesses: Nenhum / Conflict of Interests: None.

Correspondência:
Fabiana Schuelter Trevisol Avenida José Acácio Moreira 787 - Dehon 88704-900 Tubarão, SC E-mail: fastrevisol@gmail.com

 

Resumo

FUNDAMENTOS: O câncer da pele é a neoplasia mais frequente no Brasil, com incidência crescente nas últimas décadas. Na Região Sul de Santa Catarina os dados sobre a incidência de carcinoma espinocelular são escassos. OBJETIVO: Estabelecer dados epidemiológicos do carcinoma espinocelular em Tubarão (SC). MÉTODOS: Foi realizado estudo transversal com revisão dos laudos anatomopatológicos positivos para o carcinoma espinocelular dos laboratórios de Tubarão (SC), amostragem por conveniência, e as variáveis coletadas foram: ano do diagnóstico, idade, sexo, cidade de origem, local da lesão, grau de diferenciação, diâmetro da lesão, comprometimento de margem e ocorrência de recidiva. RESULTADOS: Identificaram-se 1.437 laudos com diagnóstico de carcinoma espinocelular, com maior frequência na faixa etária entre 70 e 79 anos. Foi calculado o coeficiente de morbidade para carcinoma espinocelular de 69,5 em 1999 e 136,7/100.000 habitantes para 2009, acarretando aumento de 50%. A região de face foi a mais acometida e o subtipo histológico mais comum foi o bem diferenciado. CONCLUSÃO: Ocorreram 1.437 laudos de carcinoma espinocelular entre 1999 e 2009, com aumento significativo da morbidade. Houve associação entre sexo masculino e a localização em lábio e orelha, e entre sexo feminino e ocorrência de carcinoma espinocelular no nariz, membros superiores e inferiores. Houve prevalência de margens comprometidas após ressecção em 18% das lesões.

Palavras-chave: CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS, EPIDEMIOLOGIA, MORBIDADE, NEOPLASIAS

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