Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 87 Número 6




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Investigação

Avaliação da persistência de sensibilização a alérgenos em pacientes com diagnóstico de dermatite alérgica de contato

Evaluation of the permanence of skin sensitization to allergens in patients with allergic contact dermatitis*


Ida Duarte1, Andrey Augusto Malvestiti2, Beatriz de Abreu Ribeiro Machado3

1Doutorado – Professor-adjunto da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e assistente da Clínica de Dermatologia da Irmandade da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) – São Paulo (SP), Brasil.
2Médico(a)-especializando(a) da Clínica de Dermatologia da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil.
3Aluna da graduação em Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo (FCMSCSP) – São Paulo (SP), Brasil.

Recebido em 28.07.2011 Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 23.01.2012. * Trabalho realizado na Clínica de Dermatologia da Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo – São Paulo (SP), Brasil. Suporte Financeiro / Financial support: Bolsa CNPq por 2 anos consecutivos. Conflito Interesses: Nenhum / Conflict of interests: None

Correspondência:
ENDEREÇO PARA COR RES PON DÊN CIA / MAILING ADDRESS: Ida Alzira Gomes Duar te Rua Dr. Cesário Mota Jr, 61 - Santa Cecília 01221-020 - São Paulo, SP Phone: +55 (11) 2230501 E-mail: idaduarte@terra.com.br

 

Resumo

FUNDAMENTOS: Testes de contato positivos, relevantes com a história clínica, identificam os materiais que desencadeiam a dermatite alérgica de contato (DAC). OBJETIVOS: 1)Verificar a persistência ou não de resultados entre testes de contato realizados com intervalo mínimo de um ano, em pacientes com dermatite alérgica de contato; 2)Determinar a persistência de testes de contato positivos de acordo com a sua intensidade (+, ++ ou +++); 3)Avaliar a permanência de sensibilização de acordo com cada substância testada. MÉTODO: Pacientes com diagnóstico prévio de DAC, confirmado por testes de contato realizados entre 2005 e 2008, foram submetidos à realização de novos testes, utilizando a mesma metodologia do anterior, e os dados foram comparados. RESULTADOS: Um total de 1470 resultados dos dois testes realizados em 49 pacientes foi analisado. Os testes negativos mantiveram-se no segundo teste em 96% e 4% passaram a positivo (+), sem apresentar relevância com a história clínica. Nenhum teste negativo no primeiro teste passou para positivo de intensidade (++) ou (+++). Além disso, os testes positivos(++) mantiveram-se em 86% dos testes e, os positivos (+++), em 100%. Já em relação aos testes positivos(+), 65% tornaram-se negativos. Ao se desconsiderar todos os resultados positivos(+), o índice Kappa foi de 0,88, evidenciando concordância excelente entre os dois testes realizados. CONCLUSÕES: Os testes de contato mostraram-se confiáveis para os resultados negativo, positivo (++) e (+++).

Palavras-chave: DERMATITE ALÉRGICA DE CONTATO, DERMATITE DE CONTATO, DIAGNÓSTICO, TESTES CUTÂNEOS, TESTES DO EMPLASTRO

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