Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

GO TO

ISSN-e 1806-4841

30

dias para responder ao Questionário Online

Acesso Restrito:


Associado da SBD, caso não possua ou esqueceu sua senha, solicite-nos.

Assinantes dos ABD

30

dias para responder ao Questionário Online

Acesso Restrito:


Assinantes devem se logar utilizando o e-mail cadastrado como login. Se não possuir, ou não lembrar o seu login e senha, Solicite Aqui!

Associados da SBD

Volume 87 Número 6




Voltar ao sumário

 

Caso Clínico

Gnatofima - Uma forma rara de rosácea

Gnatophyma - A rare form of rosacea *


Fernanda Dias Pacheco Sakai1, Rossana Cantanhede Farias de Vasconcelos2, Artur Antonio Duarte3

1Médica especializanda em Dermatologia na Universidade de Santo Amaro (Unisa) – São Paulo (SP), Brasil.
2Dermatologista assistente do Departamento de Dermatologia da Universidade de Santo Amaro (Unisa) – São Paulo (SP), Brasil.
3Doutor em Dermatologia; professor titular do Departamento de Dermatologia da Universidade de Santo Amaro (Unisa) – São Paulo (SP), Brasil.

Recebido em 01.06.2011. Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 28.09.2011. * Trabalho realizado na Universidade de Santo Amaro (Unisa) – São Paulo (SP), Brasil. Conflito de interesses: nenhum. / Conflict of interest: None Suporte financeiro: nenhum. / Financial funding: None

Correspondência:
MAILING ADDRESS: Ana Carolina Lisboa de Macedo Rua Prof. Eneas de Siqueira Neto, 340 04829-300 Cidade Dutra, SP Tel: (0xx)11 2141-8500 E-mail: aninhalisboa@hotmail.com

 

Resumo

Fima é o estágio final da rosácea e ocorre devido ao edema e inflamação crônica. Pode acometer nariz (rinofima), mento (gnatofima), fronte (metofima), orelhas (otofima) e pálpebras (blefarofima). Rinofima é a localização mais encontrada e há raros relatos de gnatofima. Relataremos paciente feminina, 41 anos, que apresentava placa infiltrada, eritêmato-edematosa, em todo o mento e lábio inferior há dois anos. Histopatológico com infiltrado linfocitário perianexial e perivascular, folículos e glândulas sebáceas hipertrofiadas, vasos ectasiados e fibrose perianexial. Foi instituído tratamento com tetraciclina via oral, ivermectina via oral e metronidazol creme com resposta satisfatória. Através da correlação clínica, histopatológica e resposta terapêutica confirmou-se o diagnóstico da variante rara de fima, gnatofima.

Palavras-chave: ECTOPARASITOSES, FEMININO, PARASITOLOGIA, QUEIXO, ROSÁCEA

© 2017 Sociedade Brasileira de Dermatologia - Todos os direitos reservados

GN1 - Sistemas e Publicações