Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

GO TO

ISSN-e 1806-4841

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Associado da SBD, caso não possua ou esqueceu sua senha, solicite-nos.

Assinantes dos ABD

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Assinantes devem se logar utilizando o e-mail cadastrado como login. Se não possuir, ou não lembrar o seu login e senha, Solicite Aqui!

Associados da SBD

Volume 88 Número 2




Voltar ao sumário

 

Imagens em Dermatologia Tropical

Lobomicose e carcinoma espinocelular

Lobomycosis and squamous cell carcinoma*


Lisiane Nogueira1, Luciana Rodrigues2, Carlos Alberto Chirano Rodrigues3, Mônica Santos4, Sinésio Talhari5, Carolina Talhari6

Recebido em 12.09.2011. Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 27.08.2012. * Trabalho realizado na Fundação de Medicina Tropical do Amazonas (FMTAM) – Manaus (AM), Brasil. Conflito Interesses: Nenhum Suporte Financeiro: Nenhum Como citar este artigo: Gontijo GMA, Nogueira L, Mendes L, Rodrigues CAC, Santos M, Talhari S, Talhari C. Lobomicose e carcinoma espinocelular. An Bras Dermatol. 2013;88(2):297-9.

Correspondência:
Carolina Talhari Rua Pedro Texeira, 25 - D. Pedro I 69040-000 Manaus, AM. Brazil E-mail: carolinatalhari@gmail.com

 

Resumo

A ocorrência de carcinoma espinocelular sobre lesões cutâneas de longa evolução é clássica em cicatrizes de queimadura e úlceras crônicas de etiologia variada, inclusive infecciosa. Na literatura, são raros os casos de pacientes com lobomicose de longa evolução que desenvolveram CEC. O seguimento cuidadoso desses pacientes é importante, pois, nas áreas de traumas, ulcerações e cicatrizes crônicas pode ocorrer degeneração carcinomatosa.

Palavras-chave: CARCINOMA DE CÉLULAS ESCAMOSAS, INFECÇÕES BACTERIANAS E MICOSES, MICOSES, ÚLCERA CUTÂNES, ÚLCERA DA PERNA

© 2017 Sociedade Brasileira de Dermatologia - Todos os direitos reservados

GN1 - Sistemas e Publicações