Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

GO TO

ISSN-e 1806-4841

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Associado da SBD, caso não possua ou esqueceu sua senha, solicite-nos.

Assinantes dos ABD

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Assinantes devem se logar utilizando o e-mail cadastrado como login. Se não possuir, ou não lembrar o seu login e senha, Solicite Aqui!

Associados da SBD

Volume 88 Número 6 S1




Voltar ao sumário

 

Caso Clínico

Linfocitoma cútis - Relato de caso*

Lymphocytoma cutis - Case report*


Ederson Valei Lopes de Oliveira1; Giovana Bachega Badiale2; Margarida M. F. S. Moraes3

1. Médico dermatologista de clínica privada - Ribeirão Preto (SP), Brasil
2. Médica especialista em Patologia pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP)- Ribeirão Preto (SP), Brasil
3. Médica patologista; mestre em Anatomia Patológica; adida ao Serviço de Anatomia Patológica da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP)- Ribeirão Preto (SP), Brasil

Recebido em 28.11.2012.
Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 17.01.2013.
Suporte Financeiro: Nenhum. / Financial Support: None.
Conflito Interesses: Nenhum. / Conflict of Interests: None.
Como citar este artigo/Howto cite thisarticle: Oliveira EVL, Badiale GB, Moraes MMFS. Linfocitomacutis- Relato de caso. An Bras Dermatol. 2013;88(6 Supl 1):S128-31.

Correspondência:
Ederson Valei Lopes de Oliveira
Avenida Santa Luzia, nº 550, 2º andar. Jardim Sumaré
14025-090 - Ribeirão Preto - SP Brasil
E-mail: edersonvalei@yahoo.com.br

 

Resumo

Relatamos um caso de um paciente de 62 anos, branco e com diagnóstico de linfocitoma cutis (Sarcoide de Spigler-Fendt) em segmento cefálico. O diagnóstico foi confirmado pelo histopatológico e reafirmado pelo painel imuno-histoquímico: evidência de policlonalidade. Sessões de fototerapia foram propostas como tratamento: 13 sessões de PUVA cuja dose acumulada foi de 58.65 J/cm2); a melhora foi parcial. Optado, então, por infiltrações de triancinolona (uma infiltração intralesional a cada 3 semanas). Na quinta sessão, satisfatória melhora já podia ser evidenciada: regressão de quase todas as lesões.

Palavras-chave: Imunoistoquímica; Linfoma; Pseudolinfoma; Triancinolona acetonida

© 2017 Sociedade Brasileira de Dermatologia - Todos os direitos reservados

GN1 - Sistemas e Publicações