Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 90 Número 5




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Investigação

Resultados de testes de contato em crianças e adolescentes. Estudo na Clínica Dermatológica da Santa Casa de Belo Horizonte, Brasil, de 2003 a 2010*

Patch test results in children and adolescents. Study from the Santa Casa de Belo Horizonte Dermatology Clinic, Brazil, from 2003 to 2010*


Dulcilea Ferraz Rodrigues1; Eugênio Marcos Andrade Goulart2

1. Santa Casa de Misericórdia de Belo Horizonte - Belo Horizonte (MG), Brasil
2. Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) - Belo Horizonte (MG), Brasil

Recebido em 03.08.2014
Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 12.11.2014
Suporte Financeiro: Nenhum
Conflito de Interesses: Nenhum
Como citar este artigo: Rodrigues DF, Goulart EMA. Resultados de testes de contato em crianças e adolescentes. Estudo na Clínica Dermatológica da Santa Casa de Belo Horizonte, Brasil, de 2003 a 2010. An Bras Dermatol. 2015;90(5):671-83.

Correspondência:

Dulcilea Ferraz Rodrigues
Av Bernardo Monteiro, 890, sala 603 - Santa Efigênia
30150 281 - Belo Horizonte - MG Brasil
E-mail: dulcilea.ferraz@gmail.com

 

Resumo

FUNDAMENTOS: Teste de contato é um método eficaz para identificar o alérgeno responsável pela dermatite de contato alérgica.
OBJETIVOS: Avaliar os resultados de testes de contato em crianças e adolescentes comparando-se os resultados dessas duas faixas etárias.
MÉTODOS: Estudo transversal de avaliação de resultados de testes de contato de 125 crianças e adolescentes, entre 1 e 19 anos de idade, apresentando suspeita de dermatite de contato alérgica, em uma clínica dermatológica no Brasil.
RESULTADOS: Setenta e quatro (59,2%) pacientes tiveram "pelo menos uma reação positiva" ao teste de contato. Desses testes positivos, 77,0% foram considerados relevantes. Os alérgenos mais frequentes foram níquel (36,8%), thimerosal (18,4%), resina tonsilamida/formaldeído (6,8%), neomicina (6,4%), cobalto (4,0%) e perfume mix I (4,0%). Houve maior frequência de testes positivos em adolescentes (p=0,0014) e no sexo feminino (p=0,0002). Não houve diferença estatística significativa em relação à sensibilização de contato entre pacientes com e sem história de atopia. Houve diferença significativa em relação à sensibilização ao níquel (p=0,029) e thimerosal (p=0,042) entre as duas faixas etárias estudadas, com maior acometimento entre os adolescentes.
CONCLUSÃO: Níquel e fragrâncias foram os únicos alérgenos positivos (e relevantes) em crianças. Níquel e resina tonsilamida/formaldeído foram os alérgenos mais frequentes e relevantes em adolescentes.

Palavras-chave: Adolescente; Alérgenos; Criança; Dermatite; Dermatite alérgica de contato; Testes do emplastro

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