Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 90 Número 5




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Síndrome em Questão

Síndrome em questão*

Syndrome in question*


Catharina Maria Freire de Lucena Pousa1; Fernanda Guedes Lavorato2; Fernanda Valente Rehfeldt3,4; Danielle Mann5; Maria de Fátima Gonçalves Scotelaro Alves6

1. Fundação Hospitalar Estadual do Acre - Rio Branco (AC), Brasil
2. Consultório particular - Rio de Janeiro (RJ), Brasil
3. Hospital Municipal Jesus - Rio de Janeiro (RJ), Brasil
4. Universidade do Grande Rio (UnigranRio) - Rio de Janeiro (RJ), Brasil
5. Hospital Federal da Lagoa - Rio de Janeiro (RJ), Brasil
6. Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - Rio de Janeiro (RJ), Brasil

Recebido em 03.10.2013
Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 26.03.2014
Suporte Financeiro: Nenhum
Conflito de Interesses: Nenhum
Como citar este artigo: Pousa CMFL, Lavorato FG, Rehfeldt FV, Mann D, Alves MFGS. Síndrome de Muir-Torre. An Bras Dermatol. 2015; 90(5):757-9.

Correspondência:

Catharina Maria Freire De Lucena Pousa
Boulevard Vinte e Oito de Setembro, 77 Vila Isabel
20551-030 - Rio de Janeiro - RJ Brasil
E-mail: catharinamaria@hotmail.com

 

Resumo

A síndrome de Muir-Torre é uma rara genodermatose, caracterizada pela ocorrência de, ao menos, uma neoplasia sebácea associada à neoplasia visceral, sem fatores predisponentes. A neoplasia sebácea pode aparecer antes, durante ou após o diagnóstico do câncer colorretal. Por ser considerada como um subtipo da síndrome do câncer colorretal hereditário não polipoide, torna-se importante a avaliação dos familiares. O curso neoplásico costuma ser mais indolente, tendo a síndrome um bom prognóstico. Relatamos o caso de um paciente que, após dez anos do diagnóstico de câncer colorretal, apresenta múltiplas neoplasias sebáceas.

Palavras-chave: Neoplasias das Glândulas Sebáceas; Neoplasias colorretais hereditárias sem polipose; Neoplasias cutâneas; Síndrome; Síndrome de Muir-Torre

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