Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 91 Número 6




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Investigação

Relação entre a histopatologia da urticária crônica e o quadro clínico da doença*

Correlation between the histopathology of chronic urticaria and its clinical picture*


Raquel Zappa Silva Marques; Roberta Fachini Jardim Criado; Carlos D'Apparecida Santos Machado Filho; Juliana Milhomem Tamanini; Cristina van Blarcum de Graaff Mello; Carolina Speyer

Faculdade de Medicina do ABC (FMABC) – Santo André (SP), Brasil

Recebido em 21.08.2015
Aprovado pelo Conselho Editorial e aceito para publicação em 16.12.2015
Suporte financeiro: nenhum
Conflito de interesses: nenhum
Como citar este artigo: Marques RZS, Criado RFJ, Machado Filho CDS, Tamanini JM, Mello CVBG, Speyer C. Relação entre a histopatologia da urticária crônica e o quadro clínico da doença. An Bras Dermatol. 2016;91(6):760-3.

Correspondência:

Raquel Zappa Silva Marques
Av. Príncipe de Gales, 821 Vila Príncipe de Gales
09060-650 - Santo André - SP Brasil
Email: raquelzappa@hotmail.com

 

Resumo

FUNDAMENTOS: A urticária crônica é caracterizada por lesões transitórias, pruriginosas, de tamanhos variáveis, com palidez central e bordas bem definidas e com duração maior que seis semanas. O infiltrado celular da doença é caracterizado por neutrófilos, linfócitos e eosinófilos. Há um subgrupo de pacientes que apresentam urticária eosinofílica ou neutrofílica resistente ao tratamento com anti-histamínicos, mas que responde a uma combinação de anti-histamínico com outras drogas.
OBJETIVO: Avaliar o infiltrado presente em biópsias de urticária crônica e correlacioná-lo com a atividade clínica da doença e sua resposta ao tratamento.
MÉTODO: Quarenta e um pacientes com urticária crônica foram classificados segundo o grau de atividade da doença (UAS), o tempo de resposta ao tratamento e o tipo de infiltrado perivascular. Os infiltrados inflamatórios foram subdivididos em eosinofílicos (46,30%), neutrofílicos e mistos.
RESULTADO: Foi encontrada associação entre o infiltrado eosinofílico e o escore clínico de maior gravidade (p = 0,02).
CONCLUSÃO: Essa associação mostra que o infiltrado inflamatório eosinofílico indica maior atividade clínica, ou seja, quadros mais graves e exuberantes da doença.

Palavras-chave: Biomarcadores; Doença crônica; Urticária

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