Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 92 Número 5




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Investigação

Avaliação do volume plaquetário médio na esclerodermia localizada*

Evaluation of mean platelet volume in localized scleroderma*


Anil Gulsel Bahali1; Ozlem Su1; Nazan Emiroglu1; Fatma Pelin Cengiz1; Mehmet Onur Kaya2; Nahide Onsun1

1. Departamento de Dermatologia da Universidade de Bezmialem Vakif– Istambul, Turquia
2. Departamento de Bioestatística da Universidade de BezmialemVakif - Istambul, Turquia

Recebido em 10.05.2016
Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 22.06.2016
Suporte Financeiro: Nenhum
Conflito de Interesses: Nenhum
Como citar este artigo: Bahali AG, Su O, Emiroglu N, Cengiz FP, Kaya MO, Onsun N. Avaliação do volume plaquetário médio na esclerodermia localizada . An Bras Dermatol. 2017;92(5):635-7.

Correspondência:

Anil Gulsel Bahali
Department of Dermatology, Medical Faculty, Bezmialem Vakif University
34093 Fatih, Istanbul, Turkey
E-mail: anilirli@yahoo.com

 

Resumo

FUNDAMENTO: A esclerodermia localizada é uma doença inflamatória crônica da pele, caracterizada por esclerose da derme e do tecido subcutâneo. As plaquetas desempenham um papel importante na inflamação. Após a ativação, as plaquetas liberam rapidamente numerosos mediadores e citocinas que contribuem para a inflamação.
OBJETIVOS: Avaliar se houve relação entre esclerodermia localizada e parâmetros plaquetários.
MÉTODOS: Foram incluídos no estudo 41 pacientes com esclerodermia localizada. O grupo controle consistiu em 30 indivíduos saudáveis.
RESULTADOS: Os níveis médios de volume de plaquetas no grupo de pacientes foram 9,9 ± 1,3fl e no grupo controle foram 7,6 ± 1,1fl. Essa diferença foi estatisticamente significativa (p<0,001). Os valores de plaquetas são minimamente maiores no grupo de pacientes em comparação com o grupo controle, sendo estatisticamente significante (p<0,001). Não houve diferença significativa na contagem de plaquetas entre os dois grupos (p=0,560). No grupo de pacientes, não houve relação significativa entre os níveis médios de volume de plaquetas e os sinais clínicos de doença (p=0,09). No entanto, os valores de plaquetas são maiores nas formas generalizadas da doença do que nas localizadas (p=0,01).
LIMITAÇÕES DO ESTUDO: O número limitado de pacientes e a natureza retrospectiva do estudo foram nossas limitações.
CONCLUSÕES: Este estudo sugere que as plaquetas podem desempenhar um papel na patogênese da esclerodermia. Os parâmetros das plaquetas podem ser utilizados como marcadores para avaliar a gravidade da doença e os processos inflamatórios. Assim, há uma necessidade de estudos mais detalhados e prospectivos.

Palavras-chave: Esclerodermia localizada; Fator de crescimento transformador beta; Plaquetas

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