Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 92 Número 5 S1




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Relato de Caso

Associação de amiloidose cutânea discrômica e febre familiar do Mediterrâneo*

Association of amyloidosis cutis dyschromica and familial Mediterranean fever*


Asli Akin Belli1; Asude Kara1; Yelda Dere2; Nevin Yilmaz3

1. Departamento de Dermatologia da Mugla Sitki Kocman University – Training and Research Hospital – Mugla, Turquia
2. Departamento de Patologia da Mugla Sitki Kocman University – Medical School – Mugla, Turquia
3. Departamento de Gastroenterologia da Mugla Sitki Kocman University – Medical School – Mugla, Turquia

Trabalho submetido em 03.06.2016
Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 19.07.2016
Suporte financeiro: nenhum
Conflitos de interesses: nenhum
Como citar este artigo: Akin Belli A, Kara A, Dere Y, Yilmaz N. Associação de amiloidose cutânea discrômica e febre familiar do Mediterrâneo. An Bras Dermatol. 2017;92(5 Supl 1):28-30.

Correspondência:

Asli Akin Belli
Mugla Sitki Kocman University
Department of Dermatology
48000 Mugla, Turkey
E-mail: dr_asliakin@hotmail.com

 

Resumo

A amiloidose cutânea discrômica é um tipo raro de amiloidose cutânea primária, caracterizada por hiperpigmentação reticulada, com discretas máculas hipopigmentadas. Até o presente momento, cerca de 50 casos de amiloidose cutânea discrômica foram relatados, e a maioria são casos familiares de etnia asiática. Várias doenças, particularmente doenças autoimunes, como esclerodermia sistêmica e lúpus eritematoso sistêmico, têm sido associadas à amiloidose cutânea discrômica. Relatamos aqui um caso de amiloidose cutânea discrômica associada à febre familiar do Mediterrâneo com um atraso diagnóstico de 40 anos. Até onde sabemos, este é o primeiro relato da associação entre amiloidose cutânea discrômica e febre familiar do Mediterrâneo.

Palavras-chave: Amiloidose; Doenças autoimunes; Febre familiar do Mediterrâneo; Transtornos da pigmentação

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