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Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 93 Número 3




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Investigação

Melanoma: características clínicas, evolutivas e histopatológicas de uma série de 136 casos*

Melanoma: clinical, evolutive and histopathological characteristics of a series of 136 cases*


Juliana Polizel Ocanha-Xavier1; José Cândido Caldeira Xavier-Junior2; Mariângela Esther Alencar Marques3

1. Clínica Tiradentes, Araçatuba (SP), Brasil
2. Instituto de Patologia de Araçatuba, Araçatuba (SP), Brasil
3. Departamento de Patologia, Universidade Estadual Paulista(UNESP), Botucatu (SP), Brasil

Recebido 08 Novembro 2016
Aceito 30 Março 2017
Suporte Financeiro: FAPESP: 16013-5/2014
Conflito de Interesses: Nenhum
Como citar este artigo: Ocanha-Xavier JP, Xavier-Junior JCC, Marques MEA. Melanoma: clinical, evolutive and histopathological characteristics of a series of 136 cases. An Bras Dermatol. 2018;93(3):373-6.

Correspondência:

Juliana Polizel Ocanha-Xavier
E-mail: jpocanha@gmail.com

 

Resumo

FUNDAMENTOS: O melanoma vem aumentando em incidência no Brasil e no mundo, e, a despeito das melhorias no diagnóstico e tratamento, a mortalidade vem se mantendo estável.
OBJETIVOS: Associar aspectos clínicos e histopatológicos com a evolução de 136 casos de melanoma cutâneo.
MÉTODOS: Estudo de coorte retrospectiva que analisou todos os pacientes diagnosticados com melanoma, no período de 2003 a 2011, com seguimento clínico de, pelo menos, quatro anos. Lâminas armazenadas em arquivo foram analisadas para observar as variáveis histopatológicas (Breslow, ulceração, mitoses e regressão histológica). Dados de prontuário foram recuperados para as variáveis clínicas (idade, sexo, localização, tempo de surgimento, diâmetro) e evolutivas (metástases ou óbito). As medidas de associação foram obtidas por análise estatística.
RESULTADOS: Não houve diferença estatística entre os grupos com relação à idade. O subtipo extensivo superficial apresentou menor Breslow (0,5mm) que acral e nodular (2 e 4,6mm, respectivamente), menor taxa de ulceração e metástases (9,4% contra 50 e 70,6%). O subtipo nodular apresentou maior mediana de mitoses/mm2 (5,0/mm2) que extensivo superficial e lentigo maligno (0,0/mm2 para ambos). Regressão foi mais presente nos subtipos extensivo superficial e lentigo maligno. Só houve mortes por melanoma no grupo acral, porém houve mortes por outras causas nos grupos extensivo superficial (1), acral (2) e lentigo maligno (2).
LIMITAÇÕES DO ESTUDO: Utilização do prontuário como fonte de dados.
CONCLUSÕES: Subtipo extensivo superficial apresenta indicadores de melhor prognóstico. O subtipo histológico deveria ser considerado nos protocolos de seguimento e tratamento dos pacientes com melanoma cutâneo.

Palavras-chave: Melanoma; Patologia; Prognóstico; Sobrevida

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