Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 93 Número 6




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Investigação

Questionário de qualidade de vida específico para rosácea: tradução, adaptação cultural e validação para o Português do Brasil*

Rosacea-specific quality of life questionnaire: translation, cultural adaptation and validation for Brazilian Portuguese*


Flávia Cisi Tannus1; Fabíola Rosa Picosse1; Juliana Marques Soares2; Edileia Bagatin1

1. Departamento de Dermatologia, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo (SP), Brasil
2. Programa de Pós-Graduação de Medicina Translacional, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo (SP), Brasil

Recebido 11 Abril 2017.
Aceito 29 Agosto 2017.
Suporte financeiro: Projeto financiado pela Fapesp, número: 2015/18924-0
Conflito de interesse: Nenhum
Como citar este artigo: Tannus FC, Picosse FR, Soares JM, Bagatin E. Rosacea-specific quality of life questionnaire: translation, cultural adaptation and validation for Brazilian Portuguese. An Bras Dermatol. 2018;93(6):836-42.

Correspondência:

Flávia Cisi Tannus
E-mail: fla.tannus@gmail.com

 

Resumo

FUNDAMENTOS: No Brasil, não existe questionário de qualidade de vida rosácea-específico.
OBJETIVO: Traduzir para o Português do Brasil, realizar a adaptação cultural e validar o questionário doença-específico RosaQoL para rosácea de qualquer subtipo.
MÉTODOS: Os procedimentos recomendados para tradução, adaptação cultural e validação de um instrumento foram seguidos, e três visitas foram realizadas: basal; de sete a 14 dias após a basal e a de quatro a seis meses após a segunda entrevista. Foram analisadas (com intervalo de confiança de 95%): confiabilidade por consistência interna (alfa de Cronbach); reprodutibilidade pelo teste-reteste (coeficiente de correlação intraclasse); responsividade e validade.
RESULTADOS: Termos do questionário original foram substituídos para garantir as equivalências cultural e semântica. A validade foi demonstrada por correlações expressivas entre os domínios do RosaQoL e por significância no teste de Jonckheere-Terpstra (p≤0,05) entre os escores dos domínios do RosaQoL e a autopercepção dos participantes em relação à doença. A confiabilidade foi aceitável; o coeficiente de alfa de Cronbach variou entre 0,923 e 0,916 na primeira e na segunda aplicação do RosaQoL, respectivamente, e o coeficiente de correlação intraclasse (CCI) variou entre 0,671 e 0,863 no intervalo de sete a 14 dias. A responsividade, mensurada pela formação de três grupos de participantes com base na autopercepção da rosácea (melhor, pior ou sem alteração), foi constatada no grupo referente à resposta "melhor" (p≤0,05).
LIMITAÇÕES DO ESTUDO: Pequeno número amostral; escassa variabilidade de fontes de triagem.
CONCLUSÕES: RosaQoL-BR (Brasil) demonstrou ser um questionário confiável, válido e responsivo para indivíduos com qualquer subtipo de rosácea, com limitações.

Palavras-chave: Estudos de validação; Inquéritos e questionários; Qualidade de vida; Rosácea; Tradução

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