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Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 94 Número 1




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Investigação

Subtipos de linfócitos T na pitiríase rósea*

Subsets of T lymphocytes in the lesional skin of pityriasis rosea*


Shuqin Wang1,2; Liying Fu3; Wenhui Du1; Jun Hu2; Yongsheng Zha2; Peiguang Wang1

1. Departamento de Dermatologia, 1st Affiliated Hospital, Anhui Medical University, Hefei, China
2. Departamento de Dermatologia, the Anqing Municipal Hospital, Anqing, China
3. Departamento de Dermatologia, People’s Hospital of Zhengzhou, Zhengzhou, China

Recebido 31 Julho 2017.
Aceito 30 Dezembro 2017.
Suporte Financeiro: Nenhum
Conflito de Interesses: Nenhum
Como citar este artigo: Wang S, Fu L, Du W, Hu J, Zha Y, Wang P. Subsets of T lymphocytes in the lesional skin of pityriasis rosea. An Bras Dermatol. 2019;94(1):52-5.

Correspondência:

Peiguang Wang
E-mail: wpg2370@163.com

 

Resumo

FUNDAMENTOS: A pitiríase rósea é uma doença pápulo-escamosa comum. Entretanto, sua etiologia e patogênese ainda não estão esclarecidas.
OBJETIVOS: Investigar os tipos de células inflamatórias na pitiríase rósea e verificar se a imunidade mediada por células T está envolvida na patogênese da PR.
MÉTODOS: Foram biopsiados 35 pacientes diagnosticados com pitiríase rósea. As amostras foram submetidas a procedimentos de imuno-histoquímica de rotina, utilizando-se anticorpos monoclonais dirigidos contra CD3, CD4, CD8, CD20 e CD45RO e anticorpos de cabra anti-humanos marcados com peroxidade. As amostras positivas foram classificadas de acordo com a proporção e intensidade da marcação das células inflamatórias positivas.
RESULTADOS: A pontuação média de marcação positiva para CD3, CD4, CD8 e CD45RO foi, respectivamente, 3,74±3,88, 5,67±4,40, 2,94±3,42 e 7,68±4,33 nestes pacientes com pitiríase rósea (p<0,001). O percentual de marcação positiva foi 54,29% (19/35), 69,7% (23/33), 40% (14/35) e 79,41% (27/34) (p<0,05). No entanto, a marcação para CD20 foi negativa em todas as amostras. A pontuação média da marcação para CD3 em pacientes com tempo de remissão ≤60 dias (4,90±4,21) foi maior do que a dos pacientes com tempo de remissão >60 dias (2,00±2,5) (p<0,05), enquanto que não foi observada diferença estatisticamente significativa nas pontuações médias de CD4, CD8 e CD45RO.
LIMITAÇÕES DO ESTUDO: O tamanho da amostra e o anticorpo monoclonal selecionado são limitados, por isso os resultados refletem somente parte da imunidade celular na patogênese da pitiríase rósea.
CONCLUSÃO: Estes achados confirmam uma imunidade predominantemente mediada por células T no desenvolvimento da pitiríase rósea.

Palavras-chave: Imunidade Celular; Imuno-Histoquímica; Pitiríase rósea

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