Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 76 Número 6




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Investigação

Acidentes por ouriços-do-mar – eficácia da retirada precoce das espículas na prevenção das complicações

Accidents caused by sea urchins – the efficacy of precocious removal of the spines in the prevention of complications


VIDAL HADDAD JUNIOR1, STELLA PAIVA M. S. NOVAES2, HÉLIO AMANTE MIOT2, ALEXANDRE ZUCCON3

1Professor-Assistente Doutor – Depto. de Dermatologia Faculdade de Medicina de Botucatu Universidade Estadual Paulista
2Médicos Residentes em Dermatologia Faculdade de Medicina de Botucatu Universidade Estadual Paulista
3Médico Residente em Ortopedia e Traumatologia Faculdade de Medicina de Botucatu Universidade Estadual Paulista

Recebido em 21.02.2001. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 15.08.2001. Trabalho desenvolvido no Departamento de Dermatologia da Faculdade de Medicina de Botucatu (Universidade Estadual Paulista) e na Santa Casa de Ubatuba – São Paulo.

Correspondência:
Vidal Haddad Junior Caixa Postal 557 Botucatu SP 18618-000 Fone/Fax: (14) 6822 49 22 (Departamento de Dermatologia - UNESP)

 

Resumo

*Fundamentos:* Os acidentes por ouriços-do-mar constituem cerca de 50% dos acidentes provocados por animais marinhos nas praias brasileiras. O índice de complicações tardias é grande e necessita de estudos mais abrangentes sobre sua ocorrência e prevenção, tanto no Brasil como em outros países. *Objetivos:* Buscou-se a comparação entre as complicações em grupos de acidentados com as espículas totalmente retiradas em ambiente hospitalar e grupos que não o fizeram. *Material e Métodos:* Os autores enviaram questionários para banhistas acidentados e medicados por meio da extração total das espículas há mais de um ano e, para comparação das complicações, entrevistaram pescadores submarinos e instrutores autônomos de mergulho, que sofrem acidentes freqüentemente e não procuram auxílio médico. *Resultados:* As complicações (nódulos dolorosos tardios, infecções) foram menos freqüentes no Grupo I (banhistas) em proporções diversas, segundo as variáveis pesquisadas. Nos outros parâmetros estudados, como o tempo de duração da dor e o tempo de cicatrização das lesões verificaram-se diferenças estatisticamente significantes entre os dois grupos. *Conclusões:* Existe relação entre o tempo de extração das espículas, sua retirada total e o aparecimento de complicações tardias. Os banhistas cujas espículas foram extraídas no momento do acidente apresentaram taxas menores de intercorrências na recuperação, enquanto taxas maiores foram observadas na população de pescadores submarinos e mergulhadores autônomos.

Palavras-chave: ANIMAIS AQUÁTICOS, GRANULOMAS DE CORPO ESTRANHO., ANIMAIS MARINHOS, OURIÇOS-DO-MAR

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