Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

GO TO

ISSN-e 1806-4841

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Associado da SBD, caso não possua ou esqueceu sua senha, solicite-nos.

Assinantes dos ABD

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Assinantes devem se logar utilizando o e-mail cadastrado como login. Se não possuir, ou não lembrar o seu login e senha, Solicite Aqui!

Associados da SBD

Volume 82 Número 1




Voltar ao sumário

 

Investigação

Perfil epidemiológico de mulheres com vaginose bacteriana, atendidas em um ambulatório de doenças sexualmente transmissíveis, em São Paulo, SP

Epidemiological profile of women with bacterial vaginosis treated at a clinic for sexually transmitted diseases in the city of Sao Paulo, SP


VANESSA D´ANDRETTA TANAKA1, LUIZ JORGE FAGUNDES2, ALTINO CATAPAN3, SABINA LÉA DAVIDSON GOTLIEB4, WALTER BELDA JUNIOR5, MARCELO ARNONE6, ROBERTA SOREANO3, FATIMA REGINA B. MORAES7

1Médica Residente do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP - São Paulo (SP), Brasil.
2Médico Responsável pelo Ambulatório de Doenças Sexualmente Transmissíveis do Centro de Saúde Geraldo de Paula Souza da Faculdade de Saúde Pública da USP - São Paulo (SP), Brasil.
3Médico Colaborador do Centro de Saúde Geraldo de Paula Souza da Faculdade de Saúde Pública da USP - São Paulo (SP), Brasil.
4Professora-associada do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da USP - São Paulo (SP), Brasil.
5Professor Doutor do Departamento de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP - São Paulo (SP), Brasil.
6Médico Assistente da Divisão de Dermatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP - São Paulo (SP), Brasil.
7Biomédica Responsável pelo laboratório do Ambulatório de Doenças Sexualmente Transmissíveis do Centro de Saúde Geraldo de Paula Souza da Faculdade de Saúde Pública da USP - São Paulo (SP), Brasil.

Recebido em 06.06.2006. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 02.01.2007. Pesquisa realizada no Ambulatório de Doenças Sexualmente Transmissíveis do Centro de Saúde Geraldo de Paula Souza da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (SP), Brasil. Conflito de interesse declarado: Nenhum _Como citar este artigo:_ Tanaka VA, Fagundes LJ, Catapan A, Gotlieb SLD, Belda Junior W, Arnone M, Soreano R, Moraes FRB. Perfil epidemiológico de mulheres com vaginose bacteriana, atendidas em um ambulatório de doenças sexualmente transmissíveis, em São Paulo, SP. An Bras Dermatol. 2007;82(1):41-6

Correspondência:
Vanessa d´Andretta Tanaka Endereço: Rua Coronel Castro de Faria, 117 Vila Romana. 05053-050 São Paulo SP "E-mail":vanessatanaka@yahoo.com

 

Resumo

*FUNDAMENTOS –* A vaginose bacteriana é doença de grande relevância devido à sua alta prevalência e suas complicações obstétricas e ginecológicas. *OBJETIVO –* Descrever o perfil epidemiológico das pacientes com diagnóstico de vaginose bacteriana, atendidas em um ambulatório de São Paulo, segundo variáveis de interesse social, demográfico e clínico. *MÉTODOS –* Estudo transversal descritivo, baseado nos prontuários de 658 mulheres atendidas de janeiro de 1999 a dezembro de 2004. Foram coletadas as seguintes informações: idade, cor, estado civil, procedência, grau de escolaridade, preferência sexual, número de parceiros e presença de doença sexualmente transmissível associada. *RESULTADOS –* A prevalência encontrada foi de 29%. Com relação ao perfil da mulher com vaginose bacteriana, observou-se maior ocorrência em jovens entre 10 e 19 anos (40%), negras (37,1%), viúvas (62,5%), com segundo grau incompleto (39,5%), heterossexuais (29,5%), com dois ou mais parceiros sexuais nos últimos 30 dias (50%) e nos últimos cinco anos (32,3%). A associação com outras doenças sexualmente transmissíveis, concomitante, foi encontrada em 31,9% dos casos. *CONCLUSÃO –* A distribuição dos casos segundo faixa etária, raça, número de parceiros sexuais e associação com outras doenças encontradas nas pacientes com diagnóstico de vaginose bacteriana foi semelhante aos dados encontrados na literatura. A ocorrência está dentro dos limites descritos (10 e 36%).

Palavras-chave: DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS, EPIDEMIOLOGIA, VAGINOSE BACTERIANA

© 2017 Sociedade Brasileira de Dermatologia - Todos os direitos reservados

GN1 - Sistemas e Publicações