Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 82 Número 2




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Investigação

Dermatite de contato em idosos

Contact dermatitis in elderly patients


IDA ALZIRA GOMES DUARTE1, CLARICE MARIE KOBATA2, ROSANA LAZZARINI2

1Professora Adjunta da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Responsável pelo Setor de Alergia e Fototerapia da Clínica de Dermatologia da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil.
2Segundo assistente da Clínica de Dermatologia da Santa Casa de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil.

Recebido em 30.6.2006. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 05.03.2007. * Trabalho realizado no Setor de Alergia e Fototerapia da Clínica de Dermatologia da Santa Casa de São Paulo - São Paulo (SP), Brasil. Conflito de interesse declarado: Nenhum _Como citar este artigo:_ Duarte I, Kobata C, Lazzarini R. Dermatite de contato em idosos. An Bras Dermatol. 2007;82(2):135-40.

Correspondência:
Ida Duarte Rua Diana 820/ 151 05019 000 São Paulo – SP – Brasil Fone: (55) 11 36797614 "E-mail":idaduarte@terra.com.br

 

Resumo

FUNDAMENTOS - A dermatite alérgica de contato é freqüente, com variações de acordo com o grupo estudado. OBJETIVOS - Verificar a freqüência da dermatite alérgica de contato em idosos; demonstrar os principais sensibilizantes nesse grupo; comparar os resultados dos testes epicutâneos com um grupo de adultos atendidos no mesmo período. PACIENTES - Durante o período 1998-2003, entre os pacientes submetidos aos testes de contato na Clínica de Dermatologia da Santa Casa de São Paulo, selecionaram-se idosos (>65 anos) e adultos (20-65 anos). RESULTADOS - Foram avaliados 80 (9%) idosos e 581 (63%) adultos. Entre os idosos, 70 tiveram testes positivos, e 10, negativos. Nos adultos, 436 apresentaram testes positivos, e 145, negativos. A diferença entre os grupos em relação ao número de testes positivos e negativos foi estatisticamente significante (p= 0,02). Demonstrou-se maior freqüência de sensibilização nos idosos às seguintes substâncias - sulfato de níquel (p=0,001), perfume-mix (p=0,004), neomicina (p=0,0008), nitrofurazona (p=0,02), prometazina (p=0,03) e benzocaína (p=0,007). CONCLUSÕES - A dermatite alérgica de contato nos idosos é comum como em outras faixas etárias. As substâncias relacionadas aos medicamentos tópicos são importantes agentes etiológicos da dermatite alérgica de contato nesse grupo.

Palavras-chave: ELDERLY, ADULTO, DERMATITE DE CONTATO, IDOSO, TESTES DO EMPLASTRO

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