Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 68 Número 6




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Artigo de revisão

Classificação didática das formas clínicas da esclerodermia

Didatic classification of sclerodermia clinical forms


ANTAR PADILHA GONÇALVES1

1Professor Emérito de Dermatologia da Universidade do Rio de Janeiro (UNI-RIO)

Trabalho da Clínica Dermatológica do Centro Médico Sorocaba (Rio de Janeiro).

Correspondência:
Rua Sorocaba, 464/308 22271-110 - Rio de Janeiro - RJ

 

Resumo

Tendo por base 114 casos de esclerodermia é proposta a seguinte classificação, sobretudo visando ao intuito didático: I - Esclerodermia circunscrita. E. em placas, E. em faixa, Hemiatrofia facial? E. em gotas? II - Esclerodermia disseminada ou múltipla (múltiplas lesões do tipo anterior) III - Acroesclerodermia IV - Esclerodermia difusa V - Esclerodermia "sine-esclerodermia" Embora estas diversas formas sejam praticamente fixas sem tendência à passagem de um para outro tipo, podem ser encontradas, conquanto raramente, lesões de uma ou de outra forma no mesmo paciente. Na grande maioria das vezes a esclerodermia se mantém fixada na forma clínica inicial apresentando marcada predisposição a estacionar e até mesmo à melhora espontânea. A esclerodermia é uma doença sistêmica. Sintomas ou localizações além da pele podem ser encontrados mesmo nos casos mais circunscritos conforme o estudo dos presentes casos revelou. Se bem que não fossem realizados em todos os pacientes, os exames complementares deram apoio a esta conclusão. Estes exames foram essencialmente: trânsito esofagiano, radiografia dos pulmões, do coração e das mãos, eletrocardiograma, capilaroscopia, radiografia dos dentes para verificar o espessamento da membrana periodontal, prova da D-xilose para má absorção. Não há explicação convincente para a eventual e rara associação de esclerodermia e líquen esclero-atrófico.

Palavras-chave: ESCLERODERMIA, CLASSIFICAÇÃO

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