Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

GO TO

ISSN-e 1806-4841

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Associado da SBD, caso tenha esquecido sua senha, solicite-nos.

Login como assinante

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Assinantes devem se logar utilizando o e-mail cadastrado como login. Se não possuir, ou não lembrar o seu login e senha, Solicite Aqui!

Associados da SBD

Volume 50 Número 1




Voltar ao sumário

 

Artigos originais

Estudo comparativo da psoríase em duas instituições dermatológicas no período de 11 anos


PEDRO CARVALHO RODRIGUES

Trabalho realizado no curso de Pós-Graduação em Dermatologia e Sifilografia - Mestrado e Doutorado - Orientador: Prof. R.D. Azulay - Faculdade de Medicina da UFF.

Correspondência:
R. D. Azulay Av. Atlântica, 3.130 - Apto. 701 Rio de Janeiro - RJ

 

Resumo

Os autores apresentam um trabalho estatístico sobre a Psoríase com dedos colhidos num período de 11 anos., em duas instituições de atendimento médico. Apurou-se que a freqüência da Psoríase foi de 1,37% em relação às demais dermatoses, entretanto, a freqüência foi maior no grupo sócio-econômico mais elevado (1,74%) que no grupo sócio-econômico meio baixo (0,75%). Essa, freqüência fui várias vezes menor do que na Inglaterra, o que deve ser interpretado pela diferença de, exposição solar. Os grupas etários mais atingidos foram os da 3ª década (23,11%). O aparecimento da Psoríase foi raro na infância ou seja 3,48% no grupo etário de 1-5 anos; foi raro também nos velhos (3,11% nas pessoas acima de 66 anos de idade). A Psoríase obriga o enfermo a procurar o médico no 1° ano de doença em 45,8% dos casos e no 2º ano em 21,4%, havendo entretanto casos excepcionais que levaram mais de 10 anos com a doença antes de procurarem es seus médicos (14,1%). As localizações mais freqüentes por ordem foram: cotovelos (20,31%), couro cabeludo (19,92%), joelhos (11,71%) e dorso das mãos (5,72%). Em relação ao sexo houve comportamento diferente nas suas localizaçães. Assim no sexo masculino as localizações no couro cabeludo (16.92% /masculino e 12,75%/feminino) e cotovelos (20,31%/mascvulino er 18,61%/feminino) predominaram sobre o sexo feminino; o inverso ocorreu nas localizações de joelhos (15,69%/feminino e 11,71% masculino) regiões plantares (7,18%/feminino e 5,20%/masculino) e dorso das mãos (4,52%/feminino e 3,12%/masculino).

© 2020 Sociedade Brasileira de Dermatologia - Todos os direitos reservados

GN1 - Sistemas e Publicações