Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 50 Número 2




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Artigos originais

Viragem lepromínica em crianças de 4 a 26 meses - Técnica da Calmetização a Estímulos Sucessivos no Grupo Renitente, Mitsuda Negativo, e Contribuição ao Critério de Leitura Clínica da Leprominorreação


ESTEVAM DE ALMEIDA NETO1

1Professor Assistente Doutor do Departamento de Medicina Tropical e Dermatologia, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Brasil.

Correspondência:
Estevam de Almeida Neto Rua Angelina Santise, 16 São Paulo (Capital)

 

Resumo

Baseando-se na, técnica da calmetização a estímulos sucessivos em indivíduos Mitsuda negativos (grupo renitente), o autor realiza ensaio em crianças da Creche Carolíno Motta, da Silva, com idade variável de 4 a 26 meses. É realizado inicialmente o levantamento tuberculínico (PPD) e lepromínico, cujos resultados são negativos. As crianças são submetidas a um primeiro estímulo de calmetização, ao qual se segue novo levantamento lepremínico; o grupo Mitsuda, negativo ou. duvidoso é novamente calmetizado (grupo renitente), seguindo-se novo levantamento lepromínico, e assim sucessivamente, no total de 7 séries de BCG e 8 levantamentos lepromí.nicos. Após dois anos de observação, desde o início, restavam dois casos Mitsuda negativos, 6 com leituras duvidosas e 31 Mitsuda positivos (5,21%, 15,4% e 79,4% respectivamente). O Autor analisa as seqüências de positivaçães em relação às várias séries de calmelização. Conclui pela eficiência da calmetização na viragem lepromínica, na vantagem da leiturz. clínica proposta, pela qual admite apenas três hipóteses (duvidosa, negativa e positiva), e defende o método da calmetização a estímulos sucessivos. Analisa a cenvenióncia da leitura do Mitsuda 30, 60 e 90 dias após a inoculação do tnigeno. Procura ínterpretar os resultados negativos ebtidos, não podendo concluir que eles representem obrigatoriamente ausência de resistência.

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