Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 80 Número 3




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Artigo de revisão

Margem de segurança: um conceito antigo e relativo

Safety margin: an old and relative concept


LUIS FERNANDO FIGUEIREDO KOPKE1, JOSÉ CALDEIRA FERREIRA BASTOS2, JOSÉ DE SOUZA ANDRADE FILHO3, PATRICIA SALOMÉ GOUVÊA4

1Pós-graduado em Dermatologia Cirúrgica pela Universidade de Munique (LMU München) - Alemanha
2Patologista do IDAP - Instituto de Diagnóstico Anátomo Patológico Florianópolis - SC. Patologista do Hospital de Caridade de Florianópolis (SC)
3Professor de Patologia da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Patologista do Hospital Felicio Rocho – Belo Horizonte (MG).
4Patologista do Hospital Biocor – Belo Horizonte (MG).

Recebido em 14.12.2004. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 17.05.2005. Trabalho realizado no Hospital Biocor – Belo Horizonte (MG) - Brasil.

 

Resumo

As expressões margem de segurança e margem cirúrgica são usadas freqüentemente como sinônimas, embora tenham significados distintos. A margem de segurança é preestabelecida e faz parte do planejamento cirúrgico. A margem cirúrgica é verificada posteriormente pelo patologista ao exame da peça cirúrgica. Na literatura não existe consenso a respeito da extensão da margem de segurança, sendo ela baseada em uma série de variáveis nem sempre de fácil análise. Por outro lado a cirurgia microscopicamente controlada não utiliza o conceito de margem de segurança e se constitui na forma mais racional de tratamento do câncer cutâneo. Este artigo discorre sobre os fatores determinantes da margem de segurança e da margem cirúrgica, tanto do ponto de vista clínico como do laboratorial, traçando um paralelo com a cirurgia microscopicamente controlada e lançando algumas reflexões importantes sobre a relatividade do conceito de margem de segurança.

Palavras-chave: NEOPLASIAS CUTÂNEAS/CIRURGIA, CIRURGIA DE MOHS, PATOLOGIA CIRÚRGICA, REOPERAÇÃO

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