Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 73 Número 5




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Investigação

Comparação entre a classificação tradicional dos nervos melanocíticos adquiridos e a proposta por AB Ackerman e colabaradores em 1990

Comparison between the traditional classification of acquired melanocytic nevus and the one proposed by AB Ackerman and colleagues in 1990


JUAN MANUEL PIÑEIRO MACEIRA1, RODRIGO OCTÁVIO C. MAGALHÃES2

1Professor Adjunto, Departamento de Patologia - Faculdade de Medicina
2Bolsista de Iniciação Científica: Monitor de Patologia Geral e Patologia Especial - Faculdade de Medicina

Recebido em 12.12.97. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 18.8.98. * Trabalho realizado no Serviço de Anatomia Patológica - Hospital Universitário Clementino Fraga Filho/UFRJ

Correspondência:
Juan Piñeiro Macieira Rua Enes de Souza, 33/502 Rio de Janeiro RJ 20521-210 Tel: (021) 571-4578 Fax: (021) 270-2193 (HU-UFRJ)

 

Resumo

FUNDAMENTOS - Os nervos melanocíticos adquiridos são neoplasias benignas de grande prevalência, caracterizados pelo agrupamento de células nérvicas em ninhos localizados na derme e/ou junção dermoepidérmica. OBJETIVOS - Avaliar a praticidade da classicação de Ackerman e colaboradores, que valoriza a silhueta das lesões e lhes atribui epônimos (nervos de Miescher, Unna, Clark e Spitz), em comparação à utilizada na instituição (nevo melanocítico juncional, composto, intradérmico, nevo halo, nevo displásico e nevo de Spitz). MATERIAL E MÉTODOS - Foi realizada análise retrospectiva da histopatologia de 521 casos de nevos melanocíticos adquiridos, diagnosticados no HUCFF/UFRJ, segundo os critérios das duas classificações, e avaliadas as variáveis sexo, idade e localização da neoplasia. RESULTADOS - Houve predomínio de pacientes do sexo feminio (77,5%). A faixa etária acima de 44 anos foi a de maior representatividade (33,4%), e a localização na cabeça/pescoço a mais freqüente (53,3%). Segundo os critérios tradicionais, a maioria dos nevos melanocíticos amostrados era intradérmicas (73,3%). Foi possível aplicar a nova classificação em 92,1% do total de casos, sendo a maioria nevos de Miescher (54,1%). CONCLUSÃO - A utilização da silhueta oferece a possibilidade de correlação clinicopatológica, e o emprego do epônimo nevo de Clark na nova classificação representa contribuição para desmitificar a expressão nevo displásico e engloba também grande parte dos nevos halo e juncionais.

Palavras-chave: CLASSIFICAÇÃO, NEVO PIGMENTADO

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