Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 73 Número 3




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Investigação

Uso de difenilcicloproperona (difenciprona) no tratamento de alopecia areata: estudo preliminar

Diphencyprone in treatment of alopecia areata: a preliminary study


FÁTIMA HELENA MALDANER SERTÓRIO1, ISABEL CRISTINA PALMA KUHL2, MARLENE LAKS WEISSBLUTH3, LUCIO BAKOS4

1Médica Residente
2Dermatologista. Secretaria de Saúde e Meio AMbiente - HCPA
3Dermatologista - UFGRS
4Professor Titular de Dermatologia - UFGRS

_Recebido em 13.10.97_ _Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 26.01.98._ *Trabalho realizado no Serviço de Dermatologia do Hospital de Clínicas de Porto Alegre - HCPA. Universidade Federal Do Rio Grande do Sul - UFGRS.

Correspondência:
Fátima H. B. Maldaner Rua São Francisco, 859/104 Porto Alegre RS 90620-070

 

Resumo

FUNDAMENTOS - Alopecia areata afeta cerca de 2% dos pacientes ambulatoriais que freqüentam os serviços de Dermatologia. Os tratamento são inespecíficos, com taxa de resposta bastante variável. Na categoria dos imunomoduladores, a difenciprona vem-se mostrando a droga mais eficaz e segura. OBJETIVOS - Avaliar a resposta ao uso de difenciprona nos pacientes portadores de alopecia areata universal, total e em placas com comprometimento igual a 50% da área do couro cabeludo ou maior, tornando possível essa modalidade terapêutica no país. MÉTODOS - No total, estão sendo tratados 16 pacientes, porém oito terminaram o estudo até o momento (novembro de 1996 a setembro de 1997). Os pacientes foram sensibilizados com solução de difenciprona a 2% e, então, submetidos a aplicações quinzenais com concentrações crescentes, variando de 0,1% a 2%, em todo o couro cabeludo. A resposta foi documentada clinicamente e com fotografias. O tratamento foi mantido por aproximadamente oito meses. RESULTADOS - Foram avaliados oito pacientes, sendo seis do sexo masculino e dois do sexo feminino, com idade entre quatro e sessenta anos. Cinco pacientes apresentavam tipo universal, um com alopecia total e dois com apresentação em placas. Houve repliação total em cinco (71,4%) pacientes, parcial em dois (28,6%) e falha terapêutica em apenas um paciente (12,5%). CONCLUSÃO - A difenciprona mostrou-se boa alternativa terapêutica para alopecia areata, mas deve ser restrita a pacientes com doença extensa e refratária a outros tratamentos prévio.

Palavras-chave: ALOPECIAS EM ÁREAS, TERAPÊUTICA

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