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Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 72 Número 2




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Investigação

Análise imunohistopatológica, clínica e evolutiva dos melanomas


CARLOS MARCELO MARTINS FERREIRA1, JUAN MANUEL PIÑEIRO MACEIRA2, JANICE MERY CHICARINO DE OLIVEIRA COELHO3

1Doutor em Dermatologia - UFRJ
2Professor Adjunto, Departamento de Patologia - FM/UFRJ.
3Pesquisador Adjunto, Laboratório de Anatomia Patológica - Hospital Evandro Chagas - FioCruz-RJ.

Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 01.11.96. *Trabalho realizado com recursos do CNPq nos Departamentos de Dermatologia e de Patologia da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro - FMUFRJ:no Hospital Universitário Clementino Fraga Filho HUCFF; e no Laboratório de Anatomia Patológica da Fundação Osvaldo Cruz - FioCruz,RJ. Tese de Doutorado submetida ao Curso de Pós-graduação em Medicina - Dermatologia, Faculdade de Medicina da UFRJ.

Correspondência:
Carlos Marcelo Martins Ferreira Rua Afonso Pena, 695 Cruzeiro SP 12700-000

 

Resumo

FUNDAMENTOS - O aumento da incidência dos melenomas nas últimas décadas tem motivado cada vez mais o estudo do seu prognóstico, uma vez que muitas variáveis parecem influenciar a sobrevida. OBJETIVO - Avaliar indicadores, macroscópicos e microscópios, de mau prognóstico com relação à doença memetastática. Métodos - Foram analisados 42 casos de melanoma sob o ponto de vista clínico histopatológico e imunohistoquímico, correlacionando os dados obtidos evolução clínica. RESULTADOS E CONCLUSÕES - O anticorpo antS-100 revelou-se o marcador imunohistoquímico mais sensível, ressaltando-¬se a especificidade dos anticorpos monoclonais NK1-C3 e HMB-45, de grande utilidade no estudo desta neoplasia, principalmente na identificação de células atípicas isoladas da massa tumoral, de micrometástases satélites e de comprometimento ganglionar. Constituiram-se indicadores estatisticamente significativos de mau prognóstico: a presença de ulceração, índices de Breslow acima de: 1,5mm, a detecção de células atípicas isoladas e baixa Pigmentação quantificada ao microscópio. Já as morfologias clínicas nodular e vegetante, a biópsia incisional, os níveis IV e V de Clark e as micrometástases satélites foram considerados apenas sugestivos de mau prognóstico.

Palavras-chave: IMUNOHISTOQUÍMICA, MELANOMA, METÁSTASE NEOPLÁSICA

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