Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

GO TO

ISSN-e 1806-4841

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Associado da SBD, caso não possua ou esqueceu sua senha, solicite-nos.

Assinantes dos ABD

Prazo encerrado para respostas!

Acesso Restrito:


Assinantes devem se logar utilizando o e-mail cadastrado como login. Se não possuir, ou não lembrar o seu login e senha, Solicite Aqui!

Associados da SBD

Volume 80 Número 5




Voltar ao sumário

 

Investigação

Prevalência de achados cutâneos em portadores de esclerose sistêmica - Experiência de um hospital universitário

Prevalence of cutaneous findings in systemic sclerosis patients - Experience of a teaching hospital


FERNANDA GUIDOLIN1, LETÍCIA ESMANHOTTO2, CARLOS EDUARDO MAGRO3, MARILIA BARRETO SILVA4, THELMA L. SKARE4

1Residente do segundo ano do Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC) - Curitiba (PR), Brasil.
2Residente do primeiro ano do Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC) - Curitiba (PR), Brasil.
3Médico do Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC) - Curitiba (PR), Brasil.
4Professora Assistente de Reumatologia do Curso de Medicina da Faculdade Evangélica do Paraná - Curitiba (PR), Brasil.

Recebido em 22.10.2004. Aprovado pelo Conselho Consultivo e aceito para publicação em 27.06.2005. Trabalho realizado no Serviço de Reumatologia do Hospital Universitário Evangélico de Curitiba (HUEC) - Curitiba (PR), Brasil.

Correspondência:
Thelma L. Skare Rua João Alencar Guimarães,796 80310420 - Curitiba - PR "E-mail":mailto:tskare@onda.com.br

 

Resumo

*Fundamentos*: A esclerose sistêmica é colagenose pouco comum e muito rica em manifestações cutâneas. *Objetivo*: Estudar a prevalência das manifestações cutâneas na esclerose sistêmica em geral e nos seus diferentes subtipos (formas limitada, generalizada e mista). *Métodos*: Analisaram-se 32 pacientes de esclerose sistêmica (20 com forma limitada, oito com generalizada e quatro com forma mista) quanto à esclerose de pele, fenômeno de Raynaud, cicatrizes estelares, telangiectasias, leucomelanodermia, microstomia, calcinose e prurido. *Resultados*: Encontraram-se esclerose de pele e fenômeno de Raynaud em 100% dos pacientes; cicatrizes estelares em 65,6%; telangiectasias em 43,7%; leucomelanodermia em 43,7%; microstomia em 31,25%; prurido em 28,1% e calcinose em 12,5%. Não se observaram diferenças entre as formas localizada e difusa da doença, sendo p=1 para cicatrizes estelares; p=0,69 para telangiectasias; p= 0,22 para microstomia, p=1 para calcinose e prurido. A forma mista de doença não diferiu das formas isoladas (limitada e difusa) quanto aos mesmos achados. *Conclusões*: As manifestações mais comuns na esclerose sistêmica são a esclerose de pele e o fenômeno de Raynaud, e a mais rara é a calcinose. As três formas apresentam freqüências semelhantes de Raynaud, cicatrizes estelares, microstomia, telangiectasia, calcinose e prurido.

Palavras-chave: DOENÇA MISTA DO TECIDO CONJUNTIVO, ESCLERODERMA SISTÊMICO, ESCLERODERMIA DIFUSA, ESCLERODERMIA LIMITADA

© 2017 Sociedade Brasileira de Dermatologia - Todos os direitos reservados

GN1 - Sistemas e Publicações