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Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 65 Número 3




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Temas de atualização

Senescência cutânea

Cutaneous senescence


JARBAS ANACLETO PORTO1, LENINHA VALÉRIO DO NASCIMENTO2

1Professor Titular de Dermatologia da FCM-UERJ - Chefe do Serviço de Dermatologia e Sifilografia do Hospital Universitário Pedro Ernesto - UERJ
2Professora Adjunta de Dermatologia e Sifilografia da FCM-UERJ - Pós-Doutoranda do Serviço de Dermatologia do Hospital São Luiz (Prof. J. Civatte) - Paris - França

Correspondência:
Hospital Universitário Pedro Ernesto Av. 28 de Setembro, 87 - 2º andar Dermatologia 20551 - Rio de Janeiro - RJ

 

Resumo

Os autores distinguem o envelhecimento natural, fisiológico da pele, das alterações decorrentes de fatores ambientais, principalmente a irradiação solar. Denominam cronossenescência cutânea ou dermatocronossenescência ao conjunto de alterações biológicas que ocorrem na pele difusamente em todos os indivíduos, em decorrência da idade. Actinossenescência cutânea ou dermatoctinossenescência são termos usados para abranger todas as alterações da pele consequentes à exposição aos raios ultravioleta, de expressão variável, dependendo do grau de melanização da pele, frequência e duração da exposição ao sol ao longo da vida. Definem a senescência cutânea precoce sintomática: conjunto das alterações da cronossenescência ou actinossenescência que ocorrem nos indivíduos portadores de estados patológicos peculiares, como o xeroderma pigmentoso e a progeria. Ressaltam a importância da actinossenescência como solo fértil para o aparecimento de tumores malignos da pele.

Palavras-chave: CRONOSSENESCÊNCIA, TUMORES MALIGNOS DE PELE, ACTINOSSENESCÊNCIA

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