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Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 66 Número 3




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Comunicação

Subsídios ao diagnóstico bacteriológico da hanseníase

Subsídios ao diagnóstico bacteriológico da hanseníase


RUY NORONHA MIRANDA1, H. S. DECHANDT1, O. TRAUCZYNSKI1

1Do Centro de Estudos Leprológicos Souza Araújo (CELSA), Universidade do Paraná - Curitiba

Comunicação ao II Simpósio Brasileiro em Micobactérias, São Paulo (Instituto Biológico). De 7 a 9 de novembro de 1989. Pesquisa financiada parcialmente pela Fundação Banco do Brasil. Endereço da Instituição: Rua Ébano Pereira, 144, 1º andar. Bloco da Politécnica Garcez do Nascimento, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, 80410 - Estado do Paraná.

Correspondência:
Rua Pe. Anchieta, 1251/13º 80430 - Curitiba - PR

 

Resumo

A dificuldade até hoje encontrada para o cultivo de Mycobacterium leprae em laboratório, cujos resultados ou são negativos ou evidenciadores de espécies bacterianas diferentes daquela supostamente semeada, pode prejudicar o crédito que se poderá dar a únicos resultados bacterioscópicos positivos para confirmação do diagnóstico da hanseníase. Em critérios de rigor científico, deverão o consultor e o investigador ter à sua disposição outras provas que, de fácil execução, confirmem tratar-se, num deteminado caso, do próprio Mycobacterium leprae. Os autores, segundo o que vêm fazendo no Centro de Estudos Leprológicos Souza Araújo (CELSA), propõem como provas subsidiárias da simples coloração pela técnica de Ziehl, as seguintes: a) coloração pela técnica de Gram, b) coloração pela técnica de Jamamoto, c) coloração pelo método de Unna, d) extração da ácido-álcool-resistência pela piridina, e) a prova da DOPA oxidase, f) a semeadura dos microorganismos, obtidos do doente em plasma humano.

Palavras-chave: HANSENÍASE MÉTODOS, HANSENÍASE, DIAGNÓSTICO

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