Sociedade Brasileira de Dermatolodia

Anais Brasileiros de Dermatologia

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ISSN-e 1806-4841

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Volume 66 Número 4




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Comunicação

Tokelau – Contribuição ao estudo de uma dermatomicose dos indíginas do Brasil

"Tokelau" - Contribution to the study of a dermatomycosis in Brazil''''s indigenous


VICENTE GRIECO1

1Conselheiro Presidente da Fundação Paulista Contra a Hanseníase - Pesquisador Científico. Nível 6. Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo - Ex-Professor Substituto de Dermatologia da Escola Paulista de Medicina - Professor Docente da Universidade de São Paulo - USP - Perito (Expert) do Centro Internacional de Leprologia - Membro Fundador do Colégio de Hansenologia dos Países Endêmicos

 

Resumo

"Tokelau" é uma moléstia tropical, em que grandes áreas do corpo são cobertas com anéis concêntricos e anulares, pardacentos com grande número de escamas. O rosto e o couro cabeludo, de um modo geral, são isentos. A mesma, é proveniente de um fungo vegetal, encontrado na epiderme, particularmente na camada córnea. O micélio é abundante, os esporos mais raros. Ele é formado por longos e finos filamentos bifurcados, juntos uns aos outros. Os esporos são arredondados, altamente refratáveis variando no tamanho. Para observá-los e aos esporos, as escamas epidérmicas, são raspadas com um objeto cortante e postas em uma lâmina microscópica, com uma gota de potassa cáustica (10 a 40 por cento). Uma lamínula é aplicada com certa pressão para aplanar as escamas. O fungo é estudado melhor com uma lente de imersão, entretanto pode ser visto com lentes comuns a seco. O "tokelau" foi observado pela primeira vez por William Dampier no Arquipélago Malaio, Manson, em 1879, descreveu as principais características da dermatose, considerando-a uma micose epidérmica, designando-a pelo nome "Tinea imbricata".

Palavras-chave: TOKELAU, EPIDERMOMICOSES

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