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(January - February 2026)
Carta ‐ Investigação
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Eritema anular eosinofílico: relato de quatro casos em adultos e atualização da literatura

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Emilia N.Cohen Sabbana, Horacio A. Cabob, Rosario Peraltaa,
Corresponding author
rosarioperalta@yahoo.com

Autor para correspondência.
, Gabriel Salernic, Fernando Stengeld, Yolanda Gilabertee, Esteban Maronnaf
a Departamento de Dermatologia, Instituto de Investigaciones Médicas Alfredo Lanari, Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina
b Departamento de Dermatologia, Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina
c Hospital Provincial del Centenario de Rosario, Universidad Nacional de Rosario, Santa Fé, Argentina
d Consultório Particular, Buenos Aires, Argentina
e Departamento de Dermatologia, Instituto de Investigación Sanitaria Aragón, Hospital Universitario Miguel Servet, University of Zaragoza, Zaragoza, Espanha
f Laboratório de Patologia, Sanatorio Mater Dei, Buenos Aires, Argentina
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Tabela 1. Dados clínicos
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Tabela 2. Diagnósticos diferenciais do eritema anular eosinofílico
Tables
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Prezado Editor,

Eritema anular eosinofílico (EAE) é dermatose incomum, geralmente autolimitada, descrita em população pediátrica pela primeira vez por Peterson em 19811. O primeiro caso em adultos foi relatado em 2000 por Kahofer et al.2 O EAE pertence tanto às dermatoses associadas a eosinófilos quanto aos eritemas figurados.

O presente relato descreve quatro casos de EAE em adultos (tabela 1) comprovados histologicamente, avaliados na mesma instituição entre 2017 e 2024. Duas mulheres e dois homens, com idades entre 39 e 65 anos (mediana de idade de 53 anos), apresentaram clinicamente lesões envolvendo predominantemente o tronco e as extremidades (figs. 1 e 2). Prurido intenso foi o principal sintoma. Não havia vesículas, descamação ou pontilhado central. Apenas o paciente do caso 2 apresentou resolução com hiperpigmentação pós‐inflamatória. Os exames laboratoriais, incluindo hemograma completo, proteína C‐reativa, velocidade de hemossedimentação, VDRL, glicemia de jejum, função renal e hepática e imunofluorescência direta, apresentaram resultados normais ou negativos. Ao exame histológico, todos os casos mostraram achados semelhantes, sem envolvimento epidérmico. A derme apresentou edema dérmico intenso, vasodilatação e infiltrado misto moderado com abundantes eosinófilos em distribuição perivascular e intersticial, nos níveis superficial e profundo. Não foram observadas figuras em chama (fig. 3).

Tabela 1.

Dados clínicos

Caso n°  Idade anos/sexo  Doença concomitante  Tipo de lesões  Localização  Histologia  Exames de sangue  Tratamento  Duração  Recidiva 
39 Feminino  Nenhuma  Pápulas urticariformes e placas anulares eritematosas  Tronco e extremidades  Edema dérmico. Infiltrado eosinofílico perivascular moderado, superficial e profundo  Normal  Prednisona+anti‐histamínicos com boa resposta  2 anos  Sim 
261/MasculinoNenhumaPápulas urticariformes e placas anularesTronco e extremidadesEspongiose leve  Eosinofilia  Prednisona e hidroxicloroquina foram ineficazes  6 mesesNão
Infiltrado misto perivascular e intersticial com numerosos eosinófilos.  IgE 400 IU/mL  Ciclosporina (3,5 mg/kg/dia) com boa resposta. Hiperpigmentação pós‐inflamatória. 
367/MasculinoEczema crônico  Máculas e placas eritematosasTronco e extremidadesEspongiose, edema dérmico  NormalPrednisona com boa resposta2 mesesNão
Epilepsia  Infiltrado perivascular misto moderado com numerosos eosinófilos
Hipotireoidismo 
445/FemininoDermatite atópica  Placas eritematosas anularesTronco e abdomeInfiltrado misto perivascular e intersticial moderado com numerosos eosinófilosNormalPrednisona e anti‐histamínicosApós 6 meses, ainda continuaSim
Rinite alérgica 
ANA+ 
Figura 1.

(A) Caso 1: Placas anulares com bordas eritematosas na axila direita e membro superior. (B) Caso 3: Máculas e placas eritematosas com o aspecto típico de eritema figurado no tronco.

Figura 2.

(A–B) Caso 4: Placas anulares com cicatrização central e bordas eritematosas no tronco. (C) Caso 2: Pápulas urticariformes e placas eritematosas no tronco e extremidades.

Figura 3.

(A) Epiderme com ortoceratose (seta preta) e espongiose leve (setas amarelas). Derme com infiltrado inflamatório moderado de disposição perivascular e intersticial (círculos) (Hematoxilina & eosina, 100×). (B) Ampliação do infiltrado dérmico de disposição perivascular e intersticial, composto por linfócitos e numerosos eosinófilos (Hematoxilina & eosina, 400×).

Caso 1

Paciente do sexo feminino, saudável, de 39 anos, sem histórico médico relevante, apresentou erupção cutânea intermitente com duração de cinco meses, caracterizada por pápulas urticariformes e placas anulares com bordas eritematosas, que aumentavam de tamanho centrifugamente e desapareciam sem deixar vestígios, com duração de até 48 horas. Não havia histórico de picadas de artrópodes, contato com animais de estimação, viagens recentes ou uso de medicamentos. A biopsia de pele confirmou o diagnóstico de EAE. A paciente recebeu corticoides tópicos e orais – prednisona 40mg/dia, além de combinação de três anti‐histamínicos. A dose de prednisona foi reduzida gradualmente para 4mg/dia ao longo de um mês. As lesões cutâneas desapareceram gradualmente e o escore do prurido diminuiu de 10/10 para 6/10. A prednisona foi suspensa após a remissão completa. A paciente apresentou surtos semelhantes ao longo de dois anos e, por fim, entrou em remissão.

Caso 2

Paciente do sexo masculino, de 61 anos, sem histórico médico anterior, apresentou erupção cutânea aguda, recorrente e intensamente pruriginosa no tronco e extremidades, que afetava sua qualidade de vida. O exame físico revelou envolvimento generalizado, poupando a face, genitália, mucosa oral, couro cabeludo, palmas das mãos e plantas dos pés. As lesões individuais tornaram‐se confluentes, desenvolvendo‐se em grandes placas eritematosas policíclicas. Os exames laboratoriais revelaram eosinofilia de 18% e IgE elevada (400 UI/mL). O paciente não respondeu aos corticosteroides tópicos nem às altas doses de anti‐histamínicos. Prednisona tópica e oral (40mg/dia) foi administrada posteriormente, com alívio dos sintomas, mas controle incompleto das lesões. Hidroxicloroquina (200mg/dia) foi adicionada em seguida, com resultados semelhantes. Por fim, iniciou‐se monoterapia com ciclosporina oral (3,5mg/kg/dia) e, após duas semanas, a maioria das lesões desapareceu, com hiperpigmentação pós‐inflamatória central significante. A remissão completa das lesões cutâneas foi alcançada em quatro semanas (fig. 4); a ciclosporina foi gradualmente reduzida e descontinuada seis meses após o início do tratamento. Após um ano de seguimento, o paciente permaneceu sem recidivas.

Figura 4.

Caso 2: Pré e pós‐tratamento. (A) Linha de base (ciclosporina 3,5mg/kg/dia). (B) Nove dias de tratamento. (C) Remissão completa após quatro semanas de tratamento.

Caso 3

Paciente do sexo masculino, de 67 anos, com eczema crônico havia muitos anos, apresentou erupção pruriginosa de máculas e placas eritematosas. Ele vinha recebendo ácido valproico para epilepsia nos últimos 20 anos, terapia hipolipemiante nos últimos sete anos e levotiroxina para hipotireoidismo. A biopsia de pele confirmou o diagnóstico. O paciente iniciou o tratamento com prednisona – 40mg/dia durante 40 dias, com boa resposta, reduzindo a dose para 40/20mg em dias alternados e, em seguida, para 20mg/dia por mais dois meses, até o desaparecimento das lesões.

Caso 4

Paciente do sexo feminino, de 45 anos, saudável, apresentou histórico de quatro meses de erupção cutânea pruriginosa intermitente no tronco e abdome. Como possível fator desencadeante, a paciente mencionou que a erupção cutânea começou após uma picada de abelha durante suas férias. Não havia histórico de exposição a animais de estimação ou uso de qualquer medicamento. Com exceção da dermatite atópica, rinite alérgica recorrente e anticorpo antinuclear (ANA) positivo em diluição de 1:320 com padrão nuclear pontilhado fino (AC‐4), seu histórico médico pessoal e familiar era normal. A paciente recebeu prednisona oral 8mg uma vez ao dia e a combinação de dois anti‐histamínicos de segunda geração como terapia de manutenção. Essa combinação alcançou o controle do prurido com melhora das lesões. No entanto, ocorreram recidivas após a suspensão da terapia. Até o momento, o controle da doença não foi alcançado.

EAE é dermatose aguda, benigna e intensamente pruriginosa, caracterizada por placas eritematosas e edematosas recorrentes, anulares, arciformes, figuradas ou policíclicas, com padrão de crescimento centrífugo. As lesões geralmente surgem no tronco e nas extremidades, e a maioria das lesões individuais tende a desaparecer em 36 a 48 horas. A ausência de vesiculação e descamação residual a distingue de outras condições. Pelo menos 82 casos em adultos foram relatados na literatura, incluindo variantes atípicas com características vesicobolhosas ou localização palmoplantar3,4. Embora autolimitada, as recidivas são características da doença. Em relação aos dois pacientes que apresentaram várias recidivas durante seguimento de dois anos, não foram encontradas alterações em seus exames laboratoriais ou outras possíveis explicações para esse curso.

A patogênese permanece obscura. As hipóteses atuais sugerem recrutamento de eosinófilos mediado por interleucina‐5 (IL‐5) em resposta a gatilhos desconhecidos, possivelmente estímulos alérgicos ou picadas de insetos, como suspeitado no Caso 4. Embora a eosinofilia seja ocasionalmente relatada, não é achado comum5.

A histopatologia tipicamente mostra envolvimento dérmico com infiltrado perivascular e intersticial com numerosos eosinófilos e alguns linfócitos sem granulomas ou vasculite. Figuras em chama, características da síndrome de Wells (SW), geralmente estão ausentes. Incontinência pigmentar e melanose basal podem levar à hiperpigmentação pós‐inflamatória, como visto no Caso 25.

O diagnóstico diferencial (tabela 2) inclui outras dermatoses anulares, como granuloma anular generalizado, eritema anular centrífugo, lúpus eritematoso cutâneo subagudo, eritema multiforme, eritema gyratum repens e eritema migratório. As doenças eosinofílicas a serem consideradas incluem SW, penfigoide bolhoso, infecções parasitárias, picadas de artrópodes e vasculite eosinofílica1.

Tabela 2.

Diagnósticos diferenciais do eritema anular eosinofílico

Dermatose  Descrição clínica  Características histológicas 
Granuloma anular generalizado  Pode ocorrer na infância e na idade adulta. Pápulas e placas eritematosas, não descamativas, assintomáticas ou ocasionalmente pruriginosas, com morfologia variável: anulares, arciformes e policíclicas. A etiologia é incerta. Pode estar associada a diabetes mellitus, doenças da tireoide, infecções (vírus da hepatite B/C, HIV), neoplasias malignas etc.  Padrão de granuloma em paliçada com degeneração focal de feixes de colágeno circundados por linfócitos, histiócitos e células gigantes, ou distribuição intersticial do infiltrado, na derme superior e média. Deposição abundante de mucina. 
Eritema anular centrífugo  Geralmente começa na meia‐idade com pápulas e placas eritematosas que aumentam centrifugamente, formando anéis e arcos com hipopigmentação central. Na parte interna da borda em avanço, observa‐se fino colarete de escamas. Cada lesão dura de dias a meses. Acomete face, tronco e extremidades. Ocasionalmente, está associado a doença subjacente (infecções, neoplasias, etc.).  A epiderme frequentemente apresenta áreas de espongiose leve recobertas por paraceratose focal. Infiltrado linfocítico‐histiocítico perivascular denso na derme superficial e profunda, sem eosinófilos. 
Lúpus subagudo  Geralmente ocorre em adultos. Apresenta‐se com placas papuloescamosas ou anulares eritematosas em áreas fotoexpostas. ANA+e Ro+  Dermatite de interface, edema, infiltrado linfocítico perivascular e perianexial. Imunofluorescência direta positiva. 
Eritema gyratum repens  Placas descamativas persistentes, concêntricas, arqueadas ou policíclicas, quase sempre associadas a neoplasia maligna subjacente da mama, pulmão, estômago, bexiga ou próstata.  Histologicamente, apresenta um componente epidérmico (hiperceratose e paraceratose, espongiose focal) e um componente dérmico composto por leve infiltrado mononuclear perivascular. 
Tinea corporis  Placas eritematosas anulares com descamação periférica e cicatrização central.  A microscopia direta com hidróxido de potássio e a cultura permitem o diagnóstico de infecção fúngica superficial. 
Síndrome de Wells  Clinicamente, caracteriza‐se por queimação prodrômica, edema doloroso e endurecimento periférico. A descrição clássica é de placa semelhante à celulite, mas seu polimorfismo clínico com lesões eritematosas anulares e figuradas também já foi descrito. As lesões geralmente se resolvem em poucas semanas, deixando endurecimento acinzentado semelhante ao da morfeia. O curso recorrente e a cura espontânea após meses ou anos são características comuns a ambas as entidades.  Edema dérmico papilar proeminente e infiltrado intersticial, principalmente eosinófilo, são distribuídos difusamente e podem estar localizados na derme superficial, média e/ou profunda, estendendo‐se até o tecido subcutâneo. Figuras em chama típicas, constituídas por fibras de colágeno degeneradas, são resultado do depósito da principal proteína básica do eosinófilo. 
Eritema gyratum atrófico  Ocorre em recém‐nascidos como erupção generalizada de placas eritematosas que evoluem para atrofia e hipopigmentação.  Observam‐se atrofia epidérmica, edema dérmico e infiltrado de células mononucleares. A imunofluorescência direta revela depósitos granulares de IgG, C3 e C4 na junção dermoepidérmica e ao redor dos capilares superficiais. 
Eritema multiforme  Pode ocorrer em qualquer idade, apresentando‐se como pápulas distribuídas simetricamente, placas anulares e lesões em alvo, tipicamente fixas por um período mínimo de sete dias.  Dermatite de interface caracterizada por danos às células basais da epiderme, que pode se manifestar por morte celular e/ou alteração vacuolar basal, e distribuição liquenoide de células inflamatórias obscurecendo a interface dermoepidérmica. 
Eritema crônico migratório  Frequentemente, há histórico de picada de artrópode e consequente formação de um ponto central. A placa não escamosa, em geral única, expande‐se centrifugamente como um anel urticariforme vermelho‐azulado ao longo de várias semanas ou meses.  Observa‐se infiltrado dérmico mononuclear perianexial e perivascular. 
Urticária  Pápulas edematosas que rapidamente se transformam em placas grandes e irregulares, intensamente pruriginosas. Cada lesão dura no máximo 6 horas e surge em locais diferentes.  Edema e infiltrado inflamatório perivascular esparso na derme superior. 
Eritema anular da infância  Lesões pruriginosas anulares e figuradas com início precoce (antes de 1 ano de idade) e resolução espontânea no tronco e extremidades. Sem pródromos. Poupa a face, genitália, palmas das mãos e plantas dos pés.  Infiltrado mononuclear perivascular com poucos eosinófilos; imunofluorescência direta negativa; ausência de mucina, “figuras em chama”, vasculite ou granulomas. 
  Na maioria dos casos, não há eosinofilia.   
  Recorrente, crônica, com surtos.   

Há um debate em curso sobre se o EAE é entidade separada ou variante da SW. Alguns autores propõem que o EAE representa forma crônica e resistente ao tratamento da SW, com taxas de recidiva mais elevadas. Entretanto, a ausência de figuras em chama, a falta de eosinofilia sanguínea e as características clínicas distintas apoiam a classificação do EAE como condição independente6.

Associações entre EAE e doenças sistêmicas, como tireoidite autoimune (Caso 3), diabetes mellitus e lúpus eritematoso sistêmico, foram descritas. El‐Khalawany et al. observaram que o controle das comorbidades sistêmicas pode contribuir para períodos de remissão mais longos e redução da recorrência7.

O tratamento deve ser individualizado com base na gravidade dos sintomas, extensão da lesão e condições associadas. As opções terapêuticas incluem corticosteroides tópicos e sistêmicos (0,5–1mg/kg/dia), minociclina ou doxiciclina oral, hidroxicloroquina (200–400mg/dia), dapsona (50–100mg/dia), ciclosporina em baixa dose, metotrexato e anti‐histamínicos, isoladamente ou em combinação. A melhora clínica geralmente ocorre dentro de duas a seis semanas. No entanto, as recidivas após a descontinuação do medicamento são frequentes. Um caso na literatura relatou o uso bem‐sucedido de UVB de banda estreita em um paciente resistente a corticosteroides e hidroxicloroquina, alcançando remissão de longo prazo8,9.

Relatos recentes também descreveram o tratamento bem‐sucedido de casos refratários com agentes biológicos como dupilumabe, mepolizumabe, benralizumabe e o inibidor de JAK baricitinibe, embora estes permaneçam off‐label e sejam baseados em casos isolados10.

Propõe‐se que o EAE seja entidade clínica distinta, caracterizada por placas anulares, pruriginosas e policíclicas. Essa apresentação difere das lesões mais edematosas, semelhantes à celulite, da SW, que comumente exibem eosinofilia periférica e figuras em chama na histologia. A biopsia de pele continua sendo essencial para o diagnóstico. Embora as respostas terapêuticas sejam geralmente favoráveis, as recidivas são comuns. Mais estudos são necessários para esclarecer sua patogênese, classificação e manejo ideal em longo prazo.

Suporte financeiro

Nenhum.

Contribuição dos autores

Emilia N. Cohen Sabban: Obtenção, análise e interpretação dos dados; elaboração e redação do manuscrito; aprovação da versão final do manuscrito.

Horacio A. Cabo: Participação intelectual em conduta propedêutica e/ou terapêutica de casos estudados; aprovação da versão final do manuscrito.

Rosario Peralta: Revisão crítica do manuscrito; revisão crítica da literatura; aprovação da versão final do manuscrito.

Gabriel Salerni: Participação efetiva na orientação da pesquisa; aprovação da versão final do manuscrito.

Fernando Stengel: Revisão crítica da literatura; aprovação da versão final do manuscrito.

Yolanda Gilaberte: Elaboração e redação do manuscrito; aprovação da versão final do manuscrito.

Esteban Maronna: Obtenção, análise e interpretação dos dados; aprovação da versão final do manuscrito.

Disponibilidade de dados de pesquisa

Todo o conjunto de dados que dá suporte aos resultados deste estudo foi publicado no próprio artigo.

Conflito de interesses

Nenhum.

Editor

Sílvio Alencar Marques.

Referências
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Como citar este artigo: Cohen Sabban EN, Cabo HA, Peralta R, Salerni G, Stengel F, Gilaberte Y, et al. Eosinophilic annular erythema: report of four cases in adults and update of the literature. An Bras Dermatol. 2025;101:501269.

Trabalho realizado no Instituto de Investigaciones Médicas Alfredo Lanari, Universidad de Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina.

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